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Secretaria confirma fechamento de cadeia em Sorriso e transferência de presos para Sinop

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A secretaria estadual de Segurança Pública (Sesp) confirmou que irá fechar o Centro de Ressocialização de Sorriso (CRS). Segundo a pasta, a decisão “está em conformidade com a política de segurança, melhoria da infraestrutura das unidades prisionais e, consequentemente, das condições de assistências às pessoas privadas de liberdade”.

Em nota, a secretaria informou que os reeducandos devem ser transferidos para Sinop ou outras unidades da região, que estão sendo ampliadas e modernizadas “para atendê-los em processo de ressocialização com mais dignidade”. A Sesp ainda ressaltou que “essa é uma política pública que vai ao encontro da necessidade da retirada de unidades prisionais de áreas centrais e em expansão urbana ou já com alta densidade populacional”.

Após o anúncio, lideranças políticas de Sorriso se movimentaram para impedir o fechamento. Uma comitiva em Cuiabá tenta convencer o governo do Estado a mudar a decisão e construir uma nova unidade em Sorriso, em terreno de 4 hectares, já doado pela prefeitura e que fica nas proximidades da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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A assessoria da prefeitura informou que o prefeito Ari Lafin, o secretário de Administração, Estevam Calvo, e vereadores estiveram reunidos com o secretário de Segurança Pública, coronel César Augusto Roveri.

Na oportunidade, Ari defendeu a importância do CRS permanecer no município e destacou “o trabalho positivo que está sendo realizado para recuperação dos detentos e tudo o que representa para as famílias e aos próprios reeducandos”.

Já na parte da tarde, o vice-prefeito, Gerson Bicego, os secretários de Governo, Hilton Polesello e de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), José Carlos Moura, reuniram-se com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Conselho de Segurança (Conseg), do Conselho Municipal de Segurança (Comsep), do Conselho da Comunidade, bem como membros de outras instituições para discutir o assunto.

Polesello lembrou que este é um trabalho conjunto e constante junto aos diversos segmentos da sociedade. “Precisamos decidir a melhor maneira de lutar por esta causa. Os resultados falam por si só. O trabalho de ressocialização é exemplo para Brasil”, observa.

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Para o vice-prefeito, a parceria com o Poder Judiciário em Sorriso serve de exemplo a grande parte das cidades brasileiras. “Seria uma perda significativa a retirada do CRS do município”, avalia.

Na reunirão ficou decidido que as instituições irão produzir uma carta, com assinaturas dos poderes Executivo e Legislativo, OAB, Conselhos de Segurança entre outras instituições representativas da sociedade e protocolar, junto ao Governo do Estado, para que o Centro de Detenção Provisória (CDP) seja construído, em Sorriso.

Só Notícias/Herbert de Souza (foto: Só Notícias/arquivo

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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