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Após determinação, Flamengo age rápido e transfere estrutura de CT para estádio do FUS Rabat

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Um dia antes da chegada ao Marrocos, o Flamengo foi informado pelo governo que teria de mudar seu local de treinamentos na capital por questões de segurança. Manteve a parceria com o FUS Rabat, mas fez a seguinte substituição: sai o CT, entra o estádio Prince Moulay El Hassan, também propriedade do clube.

Diante da mudança repentina, o Flamengo, com o supervisor Gabriel Skinner à frente, começou a tomar providências ainda na quinta-feira.

Nesta sexta, dia da chegada rubro-negra ao país africano, Skinner foi ao estádio do FUS Rabat. Lá, deparou-se com uma arena de boa estrutura cujo vestiário é simples, porém funcional. Na visita, o Flamengo viu que era necessário transferir a academia que fora montada no CT do FUS para o Prince Moulay Al Hassan.

Para ter à disposição uma academia satisfatória, o Flamengo alugou alguns equipamentos e solicitou outros à Fifa. O transporte dos aparelhos na tarde desta sexta-feira aconteceu com o auxílio de um caminhão.

Vale destacar que o Flamengo resolveu fazer o treinamento desta sexta no Spa Vichy Celéstins, hotel onde está hospedado, não em função de impedimento pelo traslado dos aparelhos do CT para o estádio, mas sim por questão de preferência.

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No sábado, enfim o Flamengo treinará no Estádio Prince Moulay El Hassan, às 11h. A imprensa terá acesso aos primeiros 15 minutos da atividade.

Com QG luxuoso que lhe permite privacidade e conforto associado a um espaço de treinamento que o próprio Flamengo remontou, o time de Vítor Pereira segue a preparação para a estreia no Mundial de Clubes, marcada para terça-feira, em Tânger, contra o vencedor de Wydad Casablanca, do Marrocos, contra o Al Hilal, da Arábia Saudita.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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