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Suplente pede cassação de vereador por suposta agressão a servidor em MT

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A Câmara Municipal de Primavera do Leste recebeu nesta segunda-feira (6) um pedido de cassação do vereador da cidade, Luis Carlos Magalhães Silva, o Luizinho Magalhães (PP). O político é suspeito de ter agredido um controlador interno do parlamento municipal por conta de um desconto feito em sua verba indenizatória após um parecer feito pelo funcionário da Casa de Leis.

De acordo com o pedido feito pelo suplente de vereador Márcio da Costa Lelis (PSB), Luizinho Magalhães agrediu o controlador interno Woxiton Vilas Boas de Lima, que atua na Câmara Municipal de Primavera do Leste. Segundo o requerimento de cassação, a agressão foi presenciada pelo ex-presidente da Casa de Leis, Manoel Mazzuttti Neto, que nada teria feito na ocasião.

O imbróglio se deu após um parecer do funcionário, que resultou no desconto de R$ 2,7 mil na verba indenizatória do vereador. De acordo com o boletim de ocorrência feito à época, o servidor foi procurado, inicialmente, por um assessor do parlamentar, questionando os motivos do corte.

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O controlador apontou que o vereador pedia reembolso de diárias que já haviam sido pagas anteriormente. O funcionário do parlamentar perguntou se havia outra forma de solucionar a questão, sem a necessidade do desconto, chegando inclusive a sugerir a substituição das folhas do protocolo, o que foi negado pelo controlador.
Posteriormente, o próprio vereador foi até a sala do servidor e questionou se havia outra alternativa para resolver o problema. O presidente da Câmara também estava na outra alternativa para resolver o problema. O presidente da Câmara também estava na sala e presenciou toda a ação.

Neste momento, o vereador teria se exaltado e reclamado da atuação do Controle Interno da Casa. O parlamentar então agarrou o servidor pelo colarinho e o sacudiu, enquanto falava em tom ameaçador, derrubando todos os papéis da mesa de trabalho.

Por conta do episódio, que teria ocorrido no dia 9 de agosto de 2021, foi pedida a cassação de Luizinho Magalhães. “Portanto, a perda do mandato é a medida a se impor ao Vereador Luis Carlos Magalhães Silva, uma vez que o servidor atacado apenas cumpre com suas funções, no controle interno da Casa Legislativa. Ademais, todos os servidores devem ter segurança para trabalhar e cumprir rigorosamente as leis existentes, sem ameaças, agressões e outras condutas ilícitas daqueles que estão no Poder, mesmo que temporário”, diz trecho do pedido.

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SEGUNDO CASO

Luizinho Magalhães é o segundo vereador de Primavera do Leste que poderá responder a um pedido de cassação do mandato. Na última semana, Adriano Carvalho (Podemos) está sendo acusado de quebra de decoro, por ter usado suas redes sociais para caluniar, difamar e injuriar colegas de Câmara Municipal. Um dos alvos do parlamentar, que se diz bolsonarista, é justamente Luizinho Magalhães.

De acordo com Adriano Carvalho, o vereador do PP seria integrante do ‘grupo das trevas’ e faria parte do ‘trio satânico’ que atuaria no parlamento municipal. Segundo o vereador do Podemos, seu companheiro de Câmara teria inclusive recebido dinheiro de forma indevida da Prefeitura de Primavera do Leste.

FOLHA MAX 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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