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“Concurso da Ager está com oportunidades para quem quer atuar no interior do Estado”, destaca presidente em podcast
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Com o intuito de prover informações e dar suporte para a fiscalização de todo o Estado, a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) vai oferecer oportunidades de emprego para o interior de Mato Grosso. As vagas fazem parte do montante do concurso público para 55 cargos de cadastro reserva. A informação é do presidente regulador da agência, Luis Alberto Nespolo, que participou do podcast MT Conectado nesta terça-feira (07.02).
De acordo com ele, a expectativa é nomear todo esse quantitativo durante a validade do concurso. “Estar à frente da Ager é um desafio gigante e precisamos de pessoas altamente capacitadas para isso. Pessoas que tenham orgulho de regular, fiscalizar e ofertar um serviço público de qualidade à população”, destacou.
Na oportunidade, o presidente ainda falou sobre os avanços, conquistas e ações desenvolvidas pela agência mato-grossense. “Estamos com uma série de melhorias em nosso transporte estadual. Uma delas é a criação do selo de qualidade regulatória, um qrcode que possibilita que qualquer munícipe seja um fiscal do transporte público”, disse.
Nespolo destacou a importância dos incentivos do Governo de Mato Grosso no setor. “Temos também a reforma da infraestrutura do terminal rodoviário, com uma área de embarque maior e a construção de um elevador que dará mais acessibilidade a quem precisa”, finalizou o presidente.
Acompanhe a entrevista completa do 14º episódio do podcast, no Youtube e Spotify.
Fonte: GOV MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0