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Secretário de Saúde de MT chama Emanuel Pinheiro de ‘mentiroso’

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O secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo (União) classificou como mentirosas as afirmações do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), de que a dívida do Governo do Estado com a setor gira em torno de R$ 240 milhões. O valor foi informado pelo chefe do Executivo em entrevista ao MT1, da TV Centro América, nesta segunda-feira (13).

Segundo Gilberto, o valor da dívida era de R$ 32,2 milhões, como reconhecido pela Justiça, e os débitos já foram quitados pelo Estado, de acordo com o secretário.

“Essa conta dele parece que cresce de forma geométrica, devido a capacidade de inventar fake news. Se existe essa dívida, que o prefeito apresente aos órgãos de controle. Isso é uma grande mentira, mais uma falácia, uma cortina de fumaça para esconder a incompetência da equipe da Prefeitura Municipal de Cuiabá”, afirmou.

O secretário ainda atacou a Prefeitura de Cuiabá e lembrou que a gestão da Saúde de Cuiabá já foi alvo de inúmeras operações.

Culpa terceirizada

O prefeito Emanuel Pinheiro concedeu entrevista ao MT1 nesta segunda-feira. O comandante do Palácio Alencastro disse que a saúde melhorou muito com novos equipamentos para atendimento da população. Porém, recebe uma sobrecarga de pessoas que são do interior.

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Sobre a reclamação da população, o prefeito disse que a saúde no interior não funciona e os atendimentos são feitos pela capital.

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Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados em pesquisa para deputado estadual em Mato Grosso

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A corrida por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) segue marcada por um alto índice de indefinição do eleitorado. Pesquisa de intenção de voto espontânea realizada pelo Instituto Mais, por encomenda do Portal VG Notícias, revela que 62,7% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder, enquanto 20,3% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Somados, os dois grupos representam 83% do eleitorado sem um voto definido.

Entre os nomes lembrados espontaneamente pelos entrevistados, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) lidera com 1,8% das citações.

Indecisão é o principal cenário da disputa

O levantamento reforça que a eleição para deputado estadual ainda está em uma fase inicial de consolidação. Como a pesquisa foi realizada no formato espontâneo, sem apresentação de lista de candidatos aos entrevistados, o percentual elevado de indecisos demonstra que a maioria dos eleitores ainda não definiu sua escolha para a ALMT.

Além dos 62,7% que não souberam responder, os 20,3% que declararam intenção de votar em branco ou anular o voto ampliam o cenário de indefinição para mais de oito em cada dez eleitores.

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Lúdio lidera lembrança espontânea; Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados

Na pesquisa espontânea, Lúdio Cabral aparece na primeira colocação, com 1,8% das intenções de voto. Em seguida estão Dr. João (MDB), com 1,5%; Thiago Silva (MDB), com 1,4%; Gilberto Cattani (PL) e Max Russi (Podemos), ambos com 1,3%; e Eduardo Botelho (MDB), com 1,2%.

Na sequência aparecem Aldecino Lopo (Podemos) e Nininho (PSD), ambos com 0,8%, seguidos por Meraldo Sá (Podemos) e Dilmar Dal Bosco (União Brasil), com 0,7% cada. Jéssica Riva registra 0,5%, enquanto Valdir Barranco (PT) soma 0,4%.

O levantamento também registra um grupo de candidatos lembrados por 0,3% dos entrevistados. Entre eles está Alex Rodrigues, além de Moacir Couto, Zé Carlos do Pátio, Alan Porto, Diego Guimarães, Beto Dois a Um, Carlos Sirena, Ari Lafin, Léo Bortolin, Alcino Barcelos e Adenilson Rocha.

Segundo o relatório divulgado, candidatos com percentual inferior a 0,3% não foram individualizados na tabela da pesquisa.

Como foi realizada a pesquisa

O levantamento foi conduzido pelo Instituto Mais entre os dias 21 e 26 de julho de 2026, ouvindo 1.200 eleitores em diferentes municípios de Mato Grosso.

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A pesquisa possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

A definição da amostra utilizou informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os Censos Demográficos de 2010 e 2022.

O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-05675/2026 e BR-07878/2026.

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