MATO GROSSO
“MT não foi dominado por poder paralelo, estamos agindo”, diz MPE
MATO GROSSO
O procurador-geral de Justiça Deosdete Cruz Júnior defendeu os órgãos de Segurança do Estado e afirmou que Mato Grosso não está dominado pelo poder paralelo das facções criminosas.
Segundo ele, há, sim, uma sensação de insegurança devido aos conflitos entre faccionados no interior, mas que o Estado tem agido para evitar o crescimento dos bandidos.
O Estado de Mato Grosso não perdeu o poder para o poder paralelo, posso afirmar com toda tranquilidade. O que temos percebido é que, realmente, de um tempo para cá, por conta do conflito entre facções, a sensação de insegurança está muito maior”, afirmou à rádio Vila Real FM.
“Porém não está pior, porque os órgãos de Segurança Pública fazem muito. Basta olharmos os lamentáveis episódios que acontecem todos os dias no Rio de Janeiro, onde realmente ocorre uma ocupação territorial por essas organizações criminosas”, acrescentou.
Cidades como Sorriso, Cáceres, Sinop vêm ganhando destaque desde o ano passado devido ao aumento de homicídios em decorrência da guerra entre o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Na última semana, sites de Barra do Bugres noticiaram que bairros do município estavam recebendo toque de recolher. Na cidade, uma criança de 3 anos foi assassinada por um membro de facção que tentava balear um rival.
Questionado sobre o assunto, Deosdete afirmou que o MPE está ativo buscando estratégias para impedir a atuação de grupos criminosos no Estado.
O procurador chamou a atenção para o sistema prisional e socioeducativo, onde membros de facção ainda têm muita influência, ainda que estejam detidos.
Segundo ele, a intenção é incluir as áreas no radar do grupo de atuação e combate ao crime organizado.
“O Estado é muito mais forte que essas organizações, tem condições de se voltar contra isso. Para isso precisamos fortalecer as instituições e é essencial que o cidadão faça denúncias, que confie, que traga nomes. Não confie no criminoso do seu bairro”, completou.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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