MATO GROSSO
Operação Mulher Segura promove conscientização e reforça combate à violência contra mulher
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A Patrulha Maria da Penha, do 1º Comando Regional, deflagrou na tarde desta terça-feira (07.03) a Operação Mulher Segura, em Cuiabá. A operação promove ações de conscientização e prevenção a todos os tipos de violência contra a mulher.
Até o dia 31 de março, as equipes da Patrulha Maria da Penha ministrarão palestras, percorrerão escolas, salões de beleza e locais públicos, promovendo rodas de conversa orientativas para mulheres.
A solenidade de lançamento da operação foi realizada no Parque das Águas, em Cuiabá, onde os policiais militares da unidade distribuíram panfletos orientativos e conversaram com a população que passava pelo local, falando sobre o ciclo de violência e a importância do combate deste tipo de crime.
De acordo com a comandante da Patrulha Maria da Penha de Cuiabá, tenente-coronel Vânia Garcia Rosa, a operação surge em um mês voltado para a atenção às mulheres, quando a violência doméstica, que faz o público feminino ser a maior vítima, também deve ser discutida e combatida.
“Tendo isso como uma pauta pertinente, resolvemos lançar esta operação para atender de forma ordeira o cidadão, realizando palestras e orientações mais específicas para a sociedade. Mesmo em um ato simples de panfletagem, podemos estar levando consciência e, quem sabe, atingir uma mulher que muitas vezes nem sabe que pode estar sofrendo algum tipo de violência”, explica a tenente-coronel Vânia.![]()
Além das ações orientativas, a equipe da Patrulha Maria da Penha ampliará o acolhimento e atendimento às vítimas de violência doméstica dentro e fora do programa. As ações ostensivas serão realizadas em parceria com a Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), coordenadas pelo comandante da unidade, tenente-coronel Wesmensandro Rodrigues.
“O Raio apoiará com a rapidez proporcionada pelas nossas motocicletas, obtidas pelo Governo do Estado. Desta forma chegaremos mais rápido aos locais de ocorrência, que muitas vezes são residências longínquas, conseguindo dar um suporte imediato, melhorando nosso tempo resposta e evitando que qualquer tipo de situação contra mulher termine de modo mais grave”, explica o tenente-coronel Wesmensandro.
O comandante do 1º Comando Regional da PMMT, coronel Wankley Corrêa Rodrigues, destacou o trabalho realizado pela Patrulha Maria da Penha e ressaltou que a conscientização da população deve ser voltada também para o registro de denúncias das situações de violência para as forças de segurança.
“Infelizmente nosso 190 registra muitas chamadas de violências em lares. A Patrulha Maria da Penha se desloca, faz a condução dos agressores e registro da ocorrência. A Patrulha trabalha a partir do dado registrado, por isso é importante massificar o registro da ocorrência, para que possamos cada vez mais fazer a identificação destes fatos e empenhar atividades direcionadas para o combate desse tipo de violência”, finaliza o coronel Rodrigues.
Fonte: GOV MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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