MATO GROSSO
Seduc encerra 1ª Convenção de Diretores somando valorização profissional e resultados
MATO GROSSO
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“Foram três dias de imersão total em dinâmicas de grupo, oficinas e troca de experiências que vão contribuir com o planejamento de ações e, sobretudo, com uma gestão focada em resultados”, completou Clainton. Para o diretor, ficou evidente que a gestão do governador Mauro Mendes e a secretaria de Estado de Educação reconhecem os esforços dos servidores ao promover uma convenção com essa magnitude de atividades e de soma de resultados.
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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, disse que, com esse evento a Seduc cumpre o seu papel de conduzir a aprendizagem e de provocar o profissional da educação a se reinventar, descobrir novas ferramentas, desenvolver competências e comunicar-se de forma mais atrativa com a comunidade estudantil. “Aprender novas habilidades é rotina na rede, pois, a formação continuada faz parte do calendário anual escolar”, afirmou Alan.
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A fala do secretário, na opinião de Andreia Cristiane de Oliveira, diretora Regional do polo Rondonópolis, despertou uma consciência coletiva entre os diretores de escolas estaduais que participavam da cerimônia de encerramento. “Tive a sensação de que, a cada dia do evento, um processo interior renova as nossas responsabilidades e compromissos para garantir mais qualidade no ensino e melhores condições de trabalho para os docentes”, falou.
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A satisfação em razão dessa imersão formativa foi unânime, de acordo com o secretário-adjunto Executivo da Seduc, Amauri Monge Fernandes. Para ele, “o entusiasmo demonstrado pelos diretores de escolas é um sinal claro de que a educação pública de Mato Grosso está no caminho certo”.
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A diretora da Escola Estadual Desembargador Milton Armando Pompeu de Barros, em Colíder, Rosângela Marques, também comemorou a iniciativa da Seduc. Para ela, foi uma oportunidade ímpar de compartilhar conhecimento. ; “As ações desenvolvidas foram planejadas para um trabalho em equipe. Isso nos trouxe à tona um compromisso ainda maior com a comunidade escolar. Vi o quanto é importante implantar aquilo que sei fazer, mas de forma diferente e inovadora”.
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Uma das atividades desenvolvidas na última etapa da convenção foi a produção do Telejornal ‘Educação do futuro’. Os diretores de escolas apresentaram, em forma de notícia e de entrevistas, a gestão da educação pública no século 21 e os seus avanços nos próximos 10 anos. Uma atuação que envolveu as 30 políticas do projeto Educação 10 Anos e mais de 130 ações desenvolvidas desde 2019.
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Fábia Melo é a diretora da Escola Estadual Cezário Neto, em Cuiabá, e também ressaltou a importância das ações integradoras realizadas durante o evento. ; Para ela, a convenção foi uma oportunidade valiosa de estudar as políticas em conjunto os demais gestores educacionais e, também, de realizar trocas entre os técnicos responsáveis pelas políticas educacionais na Seduc.
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“A dinâmica da convenção em tempo integral permitiu que os diretores de escolas pudessem imergir e vivenciar todas as ações e emoções”, explicou a diretora regional de educação do polo de Querência, Glaucia Galvão. Segundo ela, a convenção e as dinâmicas aplicadas mudaram sua vida. “Foi um momento único proporcionado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Seduc, com muito aprendizado e trocas entre os gestores. ; Os ensinamentos transmitidos me emocionaram muito e, com certeza, vão mudar a minha forma de planejar e executar ações educacionais”, disse.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.
Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.
O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.
Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.
É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.
O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.
Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso
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