MATO GROSSO
Programa SER Família Solidário idealizado pela primeira-dama de contempla mais de 80 mil famílias
MATO GROSSO
Em Cuiabá já foram distribuídos até o momento 3.973 cestas e kits, do total de 6.027, sendo que ainda serão entregues 2.027. Na capital, a distribuição dos alimentos e dos produtos de primeira necessidade é feita diretamente para famílias cadastradas por entidades filantrópicas (igrejas, associações de moradores e entidades espiritas educacionais e assistenciais). No total, 81.430 famílias no estado são beneficiadas com os alimentos e produtos.![]()
Essa ação faz parte do programa SER Família, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, por meio de lei sancionada em janeiro deste ano pelo governador do Estado, Mauro Mendes.
“Essa é uma ação continuada, e graças aos investimentos corretos dos recursos o Governo do Estado pode contemplar as famílias que mais precisam e dar esse suporte aos municípios. Vamos trabalhar de maneira intensa para que as pessoas que mais precisam sejam atendidas em sua totalidade”, disse a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.
Nos municípios do interior, a entrega das cestas básicas e dos kits é feita pelas Secretarias Municipais de Assistência Social ou pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) para as famílias cadastradas pelas prefeituras, explica a superintendente de Segurança Alimentar e Desenvolvimento Sócio Produtivo da Setasc, Juciane Marta.
Para a compra desses produtos alimentícios e de higiene e limpeza, o Governo de MT investiu R$ 6.706.481,13.![]()
De acordo com a secretária interina de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho, a Setasc já está trabalhando para a compra de mais cestas básicas e de higiene e limpeza para serem distribuídos ainda neste ano. A entrega de alimentos é uma das ações do Governo para levar às famílias a segurança alimentar, mas sem perder de vista a necessidade de promover o desenvolvimento social, gerando emprego e renda para essas famílias.
“Todas essas ações e programas são idealizados pela primeira-dama de MT, Virginia Mendes, que atua como voluntária da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (UNAF). A Setasc é a pasta executora dessas políticas de Assistência Social e de Cidadania, voltadas para as famílias que mais precisam. Essas ações mostram a visão do Governo e o olhar de cuidado da primeira-dama, com o diferencial, que é fazer chegar até as famílias as ações de governo, e com qualidade que todo cidadão merece”, enfatizou Grasielle Bugalho.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos
Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.
Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.
Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.
“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.
Os erros financeiros mais comuns entre casais
Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.
Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.
Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.
Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.
“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.
Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos
Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.
“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.
Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.
Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:
Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.
“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.
Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor
Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?
De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”
Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.
Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.
Construindo o futuro juntos
Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.
Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.
“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.
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