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Vereadores aprovam reajuste para prefeito, vice, secretários e servidores da câmara de Lucas

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A câmara municipal de Lucas do Rio Verde aprovou, hoje, dois projetos de lei para reajustar os salários do prefeito, vice, secretários e servidores do Legislativo. As duas matérias receberam apoio unânime dos parlamentares.

De autoria da Mesa Diretora, um dos projetos estabeleceu um reajuste de 5,60% a título de revisão geral anual nos salários do prefeito, vice-prefeito e secretários. Também proposto pela Mesa, outro projeto reajustou o índice de revisão geral dos servidores da câmara em 7,3%.

Um terceiro projeto de autoria da Mesa ainda foi analisado e aprovado pelos vereadores. A matéria reajustou o valor do auxílio alimentação dos servidores da câmara, que passam a receber R$ 600 por mês.

Os vereadores também aprovaram, em primeira e única votação, um substitutivo a um projeto de lei de autoria do Poder Executivo. Com isso, o município poderá lançar a Campanha do IPTU 2023. Segundo a assessoria, o objetivo é que “o contribuinte veja onde seus recursos estão sendo empregados e que a administração continue melhorando os serviços públicos municipais a cada dia”.

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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