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Equipe define diretrizes para edição 2023 do TCE/Bis – Boas ideias e soluções

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As diretrizes para a edição 2023 do Concurso TCE/Bis – Boas Ideias e Soluções, foram discutidas durante a primeira reunião com a equipe de apoio. Nesta quarta-feira (19), 12 representantes de diferentes setores do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) apresentaram sugestões e trataram sobre ajustes na minuta e cronograma da premiação.

De acordo com a técnica de controle público externo, Carmem Lúcia Araújo, o momento de receber ideias e propor eventuais ajustes, vai ao encontro da proposta. “A reunião atende a um objetivo do concurso, que é justamente ouvir e valorizar os servidores. A adesão é grande e todos ficam animados em trazer sugestões”, explica.

Embora ainda esteja em processo de elaboração, o cronograma das etapas, que incluem o período de inscrição, avaliação e triagem dos projetos inscritos, já estabeleceu que a premiação dos vencedores acontecerá no final de outubro, quando serão comemorados os 70 anos da Corte de Contas.

“Esta equipe de apoio vai fazer mais uma reunião para validar as propostas e depois será publicada uma portaria sobre o lançamento do Concurso, que será levada à sessão plenária. A partir daí vamos reforçar a divulgação e convidar os servidores para que se inscrevam”, explicou Carmem Lúcia.

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Composto por duas categorias, o TCE/Bis incentiva práticas inovadoras e garante que os melhores projetos sejam efetivamente implementados, melhorando a prestação de serviço e a entrega de resultados à sociedade.

Foi o que aconteceu com uma das propostas vencedoras da última edição do concurso, o Painel Calculadora, apresentado pela Corregedoria Geral do TCE-MT e implementado pelo presidente, conselheiro José Carlos Novelli, no ano passado.  A ferramenta melhorou o fluxo dos processos, fortalecendo assim um dos pilares da gestão.

 

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br
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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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