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PM é resgatado após viatura capotar durante buscas pelos criminosos que atacaram Colniza

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Um cabo da Polícia Militar foi resgatado de helicóptero, na tarde desta sexta-feira (21), após capotar uma viatura durante as buscas pelos criminosos que atacaram o município de Confresa (1050 km de Cuiabá). O acidente ocorreu na zona rural de Pium, no Tocantins, região onde estão concentradas as buscas pelos suspeitos. Outros três militares, que também estavam dentro do carro, foram encaminhados para receber atendimento médico. 

Segundo informações do G1 Tocantins, depois de passar por atendimento no Hospital de Marianópolis, o policial precisou ser levado para uma unidade de saúde de Palmas. O quadro do militar é considerado estável. 

Um dos helicópteros, que está dando apoio durante a operação, pousou no quartel do Corpo de Bombeiros por volta das 17h30. O ferido foi atendido por uma ambulância da corporação e em seguida encaminhado para o Hospital Geral de Palmas (HGP).

A Operação Novo Cangaço já dura aproximadamente 12 dias na região rural de Tocantins. Ao todo, mais de 300 militares de estados como Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Pará e Tocantins atuam nas buscas pelos criminosos que invadiram o município mato-grossense. Até o momento, seis suspeitos foram mortos e um foi preso. 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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