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Recuperandos são qualificados pelo Senac-MT para o mercado de trabalho

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Reeducandos do Sistema Penitenciário mato-grossense encontraram no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MT) uma oportunidade de qualificação profissional e reinserção social. Doze alunos concluíram, em Cuiabá, o curso de ‘Desenvolvimento de Hortas’, sendo nove recuperandos e três familiares.

A formação gratuita foi realizada pela instituição de educação profissional em parceria com a Fundação Nova Chance (Funac), que dá as condições legais para que os alunos façam o curso. Eles receberam os materiais e insumos para estudo, uniformes, vale-transporte e lanche.
“Sabemos que o emprego reduz a reincidência entre reeducandos. Com este projeto de reinserção social possibilitamos apoio para recomeçar, conhecimentos e ferramentas para que os alunos concluintes possam buscar uma colocação no mercado de trabalho”, assinala o diretor regional do Senac-MT, Edson Dahmer.
O curso teve carga horária de 160 horas de aulas presenciais com conteúdos teóricos e atividades práticas. A turma aprendeu planejar, implantar, cultivar e manter uma horta.
“Eles também aprenderam a fazer vasos de argamassa e de reaproveitamento de materiais descartáveis, como garrafas pet e embalagens de produtos de limpeza, aplicando pinturas criativas e divertidas” complementa a instrutora do curso, Natasha Wounnsoscky.
Dados do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo de Mato Grosso (GMF) demonstram que, quando inserido em projetos de ressocialização, o reeducando ou egresso do sistema prisional dificilmente retorna ao crime. Em Mato Grosso, o índice de reincidência entre os que encontraram uma oportunidade de emprego gira em torno de 2%.
Conforme o Poder Judiciário de Mato Grosso, há vantagens para as empresas na contratação de reeducandos, como dispensa de processo licitatório para contratação, uma vez que o modelo de convênio e parceria é intermediado pela Funac; os trabalhadores não serem regidos pela CLT, mas pela Lei de Execução Penal nº 7.210/1984; ainda a Lei Estadual 11260/2020 concede às pessoas jurídicas subvenção econômica de meio salário mínimo por mês, por egresso do regime aberto contratado, pelo tempo que durar o contrato de trabalho; entre outros benefícios.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

Por Assessoria de Imprensa/Senac-MT (Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IPF-MT)

Contato: Maicon Oliveira

Telefone & WhatsApp: 65 9 9909-8332

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E-mail: imprensa@mt.senac.br

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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