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Capão da Gama recebe programas SER Família Solidário e Aconchego em ação articulada pela primeira-dama de MT ​

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Duzentas e cinquenta cestas, contendo produtos alimentícios e kits de higiene e de limpeza, e mais 250 cobertores, foram entregues às famílias em situação de vulnerabilidade do bairro Capão da Gama, em Cuiabá, em mais uma ação dos Programas Ser Família Solidário e Aconchego, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes. As entregas ocorreram na tarde desta quarta-feira (03), na Comunidade Imaculada Conceição, da Paróquia São João Bosco.

As entregas contaram com a presença da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, que também visitou as salas de Intervenção Pedagógica de Português e Matemática, recém-inauguradas, e conheceu os projetos sociais de Karatê Do Tradicional e de Judô. As salas têm o objetivo de fortalecer a aprendizagem e contribuir para a melhoria dos indicadores educacionais, consolidando as habilidades básicas para as séries iniciais e finais do ensino fundamental da educação básica.

“A dedicação do padre Elilzo com o projeto de intervenção pedagógica é surpreendente, um exemplo para que outras paróquias tanto de Cuiabá como de outros municípios adotem a ideia. Foi gratificante conhecer todas ações desenvolvidas com o apoio de pessoas que realmente se importam com o futuro das crianças e das famílias. Quero agradecer à professora Rejane Maziero, ao secretário de Estado de Educação Alan Porto que é também um grande incentivador deste projeto, aos voluntários, enfim, a toda comunidade. Foi muito bom participar das entregas dos programas SER Família Solidário e Aconchego, só Deus sabe como eu amo estar perto das pessoas”, disse a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.

A secretária interina da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho, falou sobre a alegria de poder participar de mais uma entrega junto à primeira-dama Virginia Mendes, do secretário de estado de Educação, Alan Porto e do pároco da Paróquia São João Bosco de Cuiabá, padre Elilzo Marques de Oliveira. “São grandes parcerias, que enchem o coração de alegria toda vez que a gente participa de uma entrega, que a gente pode estar junto da população e vendo essa união. Isso é o que a primeira-dama nos pede, para que tenhamos essa missão, que é mais que uma missão de trabalho, é uma missão de vida, levar política pública de qualidade para as pessoas”, afirmou Grasielle.

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Durante sua fala, a secretária ressaltou a importância da assistência social para as pessoas em situação de vulnerabilidade, principalmente, não apenas na entrega das cestas, kits de limpeza e cobertores, mas na busca por uma melhoria de vida, que é a missão do Programa Ser Família. “A assistência social é muito importante para abrir as portas para outros mecanismos e outras políticas públicas para desenvolver pessoas. As pessoas precisam estar bem alimentadas até para aprender melhor. E falando em aprender, atualmente temos em Mato Grosso, com as inscrições abertas, o Programa Ser Família Capacita, com mais de 50 mil vagas de cursos gratuitos para adolescentes e adultos, em parceria com o Senai. E a igreja é muito importante para captar essas pessoas que precisam fazer esse esforço de capacitação para terem um trabalho melhor, uma qualificação melhor e ser inserida no mercado de trabalho. Essa sinergia, de todos juntos, é que faz a grande diferença”, completou.

O pároco Elilzo Marques explicou que na Paróquia, com inspiração em Dom Bosco, busca-se trabalhar a religiosidade com a educação, e pela busca de encontrar mecanismos educativos para ajudar, surgiu a parceria com o Governo do Estado, na qual a Paróquia entrou com a infraestrutura das salas e a Seduc com os professores. “Essa parceria cresceu e nasceu esse ideal de unidade para reparar as dificuldades no ensino dessas crianças e também das necessidades da nossa comunidade. E graças a Deus estamos aqui hoje, nessa parceria, entregando cestas e cobertores que irão alimentar essas famílias”, completou o padre.

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Para a senhora Bernadete Virginia, de 65 anos, receber a cesta representa muito, pois veio no momento certo, na hora certa. “A gente dá muito valor porque contribui naquele momento em que a gente mais precisa. Eu perdi minha mãe recentemente e estou numa luta, mas sou mais que vencedora. E a gente fica tão maravilhada e feliz quando consegue essa conquista. É tão bem-vindo e a gente agradece demais”, finalizou.
“Isso aqui é uma benção de Deus, porque nós todos precisamos. E a gente estando nessa luta diária, e tendo uma ajuda dessa daqui, só por Deus”, ressaltou Manoel Firmino, que está desempregado no momento.

Cestas entregues

De janeiro a maio deste ano, foram entregues cerca de 83 mil cestas de produtos alimentícios e kits de higiene e limpeza por meio do Programa Ser Família Solidário, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, para famílias em situação de vulnerabilidade em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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