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“Você sabia que a dirigibilidade dos aviões foi uma ideia de um paraense?” afirma Michel Pinho ao revelar legado de Júlio Cesar Ribeiro no Biodiversa Podcast

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Você sabia que uma das ideias que deram origem à dirigibilidade dos aviões nasceu em Belém? Essa e outras histórias pouco conhecidas da Amazônia são reveladas no novo episódio do Biodiversa Podcast, que recebe o professor e historiador Michel Pinho para um bate-papo repleto de curiosidades sobre a capital paraense, educação e memória histórica.

Já disponível nas plataformas digitais, o 3º episódio do Biodiversa Podcast, apresentado por Poliana Bentes e Nelia Ruffeil, mergulha em narrativas que conectam Belém a personagens decisivos da história do Brasil. Em entrevista, Michel Pinho destaca que a dirigibilidade dos aviões tem origem na observação científica do paraense Júlio Cesar Ribeiro, contrariando versões difundidas pela história oficial. Assista o episódio completo: https://youtu.be/1tDMrNL2qCQ?feature=shared

Durante a conversa, o historiador explica que Júlio Cesar, professor do antigo Liceu Paraense (atual Colégio Paes de Carvalho), teve atuação relevante na Guerra do Paraguai. À época, ele sugeriu ao imperador Dom Pedro II o uso de um balão meteorológico para observar o posicionamento das tropas inimigas, estratégia considerada decisiva para vitórias importantes do Exército brasileiro.

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De volta a Belém, Júlio Cesar passou a observar o voo dos urubus no entorno do Ver-o-Peso. A partir dessa análise, concluiu que a sustentação das aves estava relacionada à inclinação das asas, princípio fundamental para a dirigibilidade aérea. O projeto foi financiado pelo imperador, mas, após falhas técnicas em um teste realizado em frente à Igreja da Sé, a ideia acabou sendo enviada para Paris. Meses depois, segundo Pinho, um oficial do Exército francês se apropriou do conceito e o apresentou ao mundo como inovação europeia.

O episódio também resgata histórias emblemáticas da cidade, como a origem do nome da rua Maria Aguiar, no bairro do Marco. Michel Pinho relembra que a via homenageia uma mãe de santo que mantinha um terreiro no local e que, nas décadas passadas, chegou a receber governadores em rituais afro-brasileiros.

Além das narrativas históricas, o entrevistado fala sobre educação, memória e como passou a utilizar as redes sociais como ferramenta para democratizar o conhecimento histórico e aproximar o público das histórias da Amazônia.

Com linguagem acessível, o episódio destaca a proposta do Biodiversa Podcast de valorizar saberes amazônicos e revelar fatos surpreendentes que ajudam a compreender a importância da região na construção do Brasil.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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