MATO GROSSO
Museu de História Natural oferece gratuitamente oficinas de artes neste mês
MATO GROSSO
Aproveitando a extensa área verde às margens do Rio Cuiabá, o Museu tem oferecido as oficinas ao ar livre, sendo um dos principais atrativos para famílias que participam da programação. “O Museu é um espaço de educação, cultura e também de lazer. Por meio das nossas atividades, conseguimos fazer com que as nossas ações de desenvolvimento social e ambiental alcancem mais pessoas”, destaca a coordenadora do Museu, Enir Maria Silva.
Para este sábado (06.05), estão abertas inscrições para a oficina de Cerâmica de Animais Pantaneiros, voltada ao público geral, mesmo as pessoas que nunca tiveram contato com as técnicas da produção da cerâmica com argila. A atividade será das 9h às 11h e as vagas são limitadas.
Em comemoração ao Dia das Mães, o Museu de História Natural de Mato Grosso terá uma oficina de cartão em aquarela, e podem participar mesmo quem não sabe técnicas de desenho e pintura. Será no sábado (13.05), pela manhã.
Outro destaque do mês de maio é a participação na 21ª Semana Nacional de Museus, que ocorre de 15 a 21 de maio em todo país. A programação incluirá palestras, oficinas e outras atividades que ainda serão divulgadas pela instituição.
As inscrições são liberadas nas quartas-feiras que antecedem a realização das oficinas. Para se inscrever, basta acessar o link disponível na biografia do Instagram do Museu: @museuhistorianaturalmt.![]()
Programação
06.05 – Oficina de cerâmica de animais pantaneiros – com Samuel
A oficina tem a proposta de introduzir as pessoas que nunca tiveram contato com argila a experimentarem. São duas horas com teoria e prática, nas quais os participantes terão experiências táteis e de transformação do barro em objetos. Horário: 9h às 11h. Inscrições: https://linktr.ee/mhnmt
13.05 – Oficina de cartão em aquarela para o Dia das Mães – com Kadinne Strobel
Nesta oficina, serão explorados os fundamentos básicos da aquarela, independe de já ter praticado ou não alguma técnica de pintura ou desenho. A proposta é produzir um belíssimo cartão para o Dia das Mães, inspirado na natureza e na beleza das flores do jardim do Museu de História Natural de Mato Grosso. Horário: 9h às 11h. Abertura das inscrições no dia 10 de maio.
14.05 – Observação astronômica – atividade complementar da exposição “Os Segredos do Homem Velho”
Que tal aproveitar o domingo para apreciar as belezas do céu de Cuiabá e aprender um pouco sobre os astros? As equipes dos projetos “O Céu de Mato Grosso” e “Fisicart”, ambos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), irão guiar os participantes em uma observação guiada dos astros na área externa do museu. A atividade integra uma das ações da exposição temporária “Os Segredos do Homem Velho”, aberta para visitação no Museu de História Natural de Mato Grosso até o dia 15 de julho. Horário: Horário: 18h às 20h. Abertura das inscrições no dia 10 de maio.
20.05 – Fotografia Star Trail com celular – com Pablo Munayco Solorzano
Star Trail é um tipo de fotografia que usa do tempo de exposição longo para capturar círculos formados pelos movimentos das estrelas no céu noturno. Nesta oficina, os participantes irão aprender como capturar Star Trails usando equipamentos amadores. Horário: 18h às 20h. Abertura das inscrições no dia 17 de maio.
27.05 – A tinta que vem da natureza – com Ceffas Art
A partir de elementos como o açafrão, a beterraba e a cenoura, é possível obter tinturas naturais para diversas finalidades. Nesta oficina, os participantes acompanharão o processo de produção de tinta artesanal, de forma simples e divertida. Horário: 9h às 11h. Abertura das inscrições dia 24 de maio.
Serviço
O Museu de História Natural de Mato Grosso é um espaço cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e funciona por meio de contrato de gestão compartilhada com o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss).
Endereço: Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2000, bairro Jardim Europa, Cuiabá-MT.
Funcionamento: Quarta a sexta-feira, das 8h às 18h.
Entrada: R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). Aos domingos, entrada gratuita.
Informações: (65) 3634-4858 ou (65) 99686-7701 (WhatsApp) e Instagram: @museuhistorianaturalmt![]()
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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