MATO GROSSO
Turismo de Cavernas é um dos destaques na FIT Pantanal
MATO GROSSO
Mato Grosso conta com diversas cavernas com formações geológicas que impressionam, algumas ainda pouco exploradas. Destacam-se as cavernas do Parque Estadual da Gruta da Lagoa Azul, em Nobres, que é uma das maiores cavernas submersas do Brasil, com águas cristalinas e uma grande variedade de estalactites e estalagmites.
Além disso, há também a caverna Aroe Jari, em Chapada dos Guimarães, que é considerada uma das mais bonitas do país, com diversas salas e um rio subterrâneo que pode ser explorado em passeios de bote. O turismo de cavernas em Mato Grosso é uma experiência única para quem busca contato com a natureza e aventura.
A palestra, que foi sugerida pelo Sindicato dos Guias de Turismo do Estado de Mato Grosso, e pelo Instituto Mato-grossense de Espeleologia, teve o foco em conscientizar os gestores públicos do turismo sobre a importância da regularização do turismo de cavernas.
Natally defende que o segmento no estado passe por um processo de regularização “Mato Grosso tem tudo para ser referência de turismo espeleológico, estamos em frente à um rico patrimônio turístico que é pouco explorado. É necessário que esse segmento seja melhor desenvolvido no Estado, mas também que ele seja regularizado”
De acordo com a espeleóloga, toda área de turismo de cavernas deve estar de acordo com o plano de manejo espeleológico: “Esse plano de manejo é um conjunto de estudos técnicos e científicos que devem ser realizados nas grutas e cavernas para que possa se realizar um turismo responsável. Em Mato Grosso, a Gruta Lagoa Azul de Nobres já possui esse plano de manejo, além de algumas outras que já iniciaram o processo”. Para Natally, esse é um bom sinal de que o turismo de cavernas em Mato Grosso irá se desenvolver bem e de maneira responsável.
*Com supervisão de Débora Siqueira
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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