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Governo de MT auxilia trade de turismo em busca de investimentos na FIT Pantanal 2023

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Apoiar o trade turístico, oferecer condições para fomentar a retomada das atividades turísticas no Estado, melhorar a infraestrutura e apoiar o desenvolvimento do setor é o principal objetivo da Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, instituição financeira do Governo do Estado, durante todos os dias de programação da Feira Internacional do Turismo – Fit Pantanal 2023, que encerra neste domingo (07.05), com uma vasta programação cultural, gastronômica com entrada gratuita.

Com um estande de negócios, a Desenvolve MT presta atendimento aos empresários que buscam aprimorar a sua empresa, por meio de linhas de crédito do Governo de Mato Grosso.

Desde a abertura da feira, diversos empreendedores de Cuiabá e interior de MT, como Cocalinho, Vila Bela da Santíssima Trindade, Várzea Grande e Nobres visitaram o estande em busca de informações, conhecendo os produtos, conversando sobre investimento para o setor de turismo e sobre melhoria nos estabelecimentos para proporcionar um experiência aconchegante ao turista que visita Mato Grosso.

Como é o caso do empresário Jonathas Bidon, da Nature MT, uma agência de ecoturismo que trabalha oferecendo expedições para diversos lugares turísticos em Mato Grosso, entre eles Nobres, Chapada dos Guimarães, Barra do Garças e Campo Novo dos Parecis.

“Estamos em busca de investimentos para fomentar a nossa empresa. E quando vimos o estande do Governo, fiquei curioso e vim atrás das oportunidades para conhecer as linhas de crédito que encaixam com o nosso negócio”, relatou o empresário.

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O município de Jaciara, que também está na FIT Pantanal apresentando as belezas turísticas, movimentou o estande da Desenvolve MT, levando os empreendedores para conhecer os produtos, e as possibilidades de investimentos e fortalecimento do turismo na região, como os empresários do Vale do Chico e do Cânions das Índias, atrativos turísticos muito procurados pelos turistas.

Durante a Fit Pantanal, a Desenvolve MT teve a oportunidade de conversar com os gestores municipais, que puderam conhecer o funcionamento da agência, além de informar como o município pode ser parceiro e fomentar a economia local com as linhas de crédito.

A equipe da agência visitou e conversou com os agricultores familiares que estão com o estande na Fit Pantanal comercializando produtos de diversos lugares de Mato Grosso, apresentando a Desenvolve MT e os produtos disponíveis para apoio ao fomento da agricultura.

Os deputados Janaína Riva e Carlos Avalone, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, e Felipe Wellaton, secretário adjunto de Turismo de Mato Grosso, prestigiaram o estande levando empreendedores e fazendo visitas.

A FIT Pantanal reúne expositores de 38 municípios de Mato Grosso e outros três países – Bolívia, Paraguai e Peru, além de operadores de turismo, entidades e artesãos, totalizando 89 estandes no evento.

A Feira começa neste domingo às 14h e vai até às 22h com show de encerramento da dupla Nico e Lau e uma programação diversificada, com apresentações culturais e show regional, além de um espaço gastronômico com diversos bares e restaurantes à disposição do visitante.

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Para o presidente interino, Willian Moraes, é uma grande oportunidade para o empresário do turismo, a FIT Pantanal mostrou a importância que o turismo tem no cenário nacional, e Mato Grosso é um pólo importante.

“O Governo de Mato Grosso, por meio da Desenvolve MT, é parceiro do empreendedor do turismo. Estamos na feira para entender as dificuldades e os anseios dos empresários, para que de certa forma possamos ajudá-los a enfrentar a retomada nos pós pandemia, com o crédito mais atrativo com uma taxa de juros abaixo do mercado”, ressaltou.

A Fit Pantanal é uma realização do Governo de Mato Grosso com o Sistema Fecomércio, apoio institucional da Assembleia Legislativa e outras entidades ligadas ao turismo.

Crédito para o turismo

A Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado – oferece um programa exclusivo para fomentar o turismo em Mato Grosso, em especial os municípios que têm potencial de desenvolvimento no setor.

Desenvolve Turismo dispõe de linha de crédito para microempreendedor individual (MEI), micro e pequenas empresas do segmento que possuem o registro no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Governo Federal (Cadastur), com valores entre R$ 20 mil e R$ 1 milhão.

Durante a pandemia, as linhas de crédito colocadas à disposição pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Desenvolve MT, foram grandes aliadas dos empreendedores, para que pudessem manter seu negócio funcionando, garantindo emprego e renda para as famílias.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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