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Primeira-dama de MT reforça o início das entregas dos cartões SER Família e anuncia recarga bônus pelo Dia das Mães

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Em uma iniciativa idealizada pela primeira-dama de MT, Virginia Mendes, os cartões do programa SER Família começam a ser entregues em Cuiabá nesta terça-feira (09.05). Nos municípios do interior do Estado a logística conta com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), através da Polícia Militar e do CIOPAER. O SER Família é gerenciado pela Secretaria Adjunta de Programas e Projetos Especiais de Atenção a Família, vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

Para a primeira-dama Virginia Mendes o que antes era um projeto e uma lei sancionada passa a ser realidade na vida das famílias cadastradas no programa.

“Estou com o coração transbordando de alegria por saber que esse programa tão sonhado agora será realidade para as famílias que precisam desse auxílio. O SER Família foi pensado em detalhes e com muito carinho, e vamos cuidar para que ele seja conduzido com eficiência e qualidade. Desde a edição do projeto, votação e sanção da Lei, as famílias aguardam com ansiedade para receber esse cartão, confesso que eu também estava e fiz questão de acompanhar tudo bem de perto”, contou Virginia Mendes.

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É importante ressaltar que os cartões começam a ser entregues, mas a primeira recarga será realizada somente na próxima sexta-feira (12.03). Porém a primeira-dama Virginia Mendes articulou junto ao governador Mauro Mendes uma surpresa para o Dia das Mães.

“Conseguimos um bônus para os beneficiários, então no dia 14 de março será feita uma nova recarga no valor de R$ 220, uma maneira que encontramos para comemorar junto com as famílias o Dia das Mães”, anunciou Virginia Mendes.

De acordo com o parágrafo 2º da Lei, fica o Poder Executivo autorizado a conceder, eventualmente em datas comemorativas que especificar, ajuda de custo para a aquisição de donativos no valor de até 1 (uma) UPF – MT mensal por beneficiário.

Voluntária na Unidade de Ações Sociais e Atenção a Família (UNAF), a primeira-dama de MT agradeceu às pessoas que colaboraram de maneira direta e indireta, e reiterou o compromisso de trabalhar para que todos os projetos idealizados sejam colocados com agilidade e excelência.

“Especialmente quero agradecer ao governador Mauro Mendes que sempre apoia os projetos que levamos com atenção e os cuidados preconizados por lei, agradeço o empenho da secretária da Setasc, cel. Grasielle, que tem se dedicado para que os projetos saiam do papel, a SESP por meio do secretário Roveri, e o CIOPAER, por nos apoiar na logística para que os cartões cheguem com a devida segurança, o deputado estadual Max Russi, que nos auxiliou, bem como a Assembleia Legislativa de MT por ter aprovado o projeto enviado pelo Executivo Estadual. Como costumo dizer, não fazemos nada sozinhos, e se queremos que tudo dê certo precisamos nos unir para o sucesso das ações”, agradeceu.

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O SER Família engloba cinco grupos, são eles: SER Família Idoso, SER Família Criança, SER Família Indígena e o SER Família Inclusivo. Cada beneficiário receberá o cartão de acordo com as informações feitas no ato do cadastro. Vale ressaltar que as pessoas contempladas são pessoas com renda per capita de R$ 105.

A partir desta segunda-feira (08.05), os beneficiários residentes em Cuiabá podem consultar no site da Setasc por meio do link https://www.setasc.mt.gov.br/consulta-ser-familia. Já no interior do Estado, os Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), são responsáveis pelas informações.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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