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Governador vistoria obra do Hospital Central em Cuiabá: “Vai ser, disparado, o maior e melhor de Mato Grosso”

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O governador Mauro Mendes vistoriou, na manhã deste sábado (20.05), as obras do Hospital Central em Cuiabá, que já estão 85% finalizadas.

Mauro Mendes relatou à imprensa que as obras estão dentro do cronograma, com previsão de conclusão em outubro deste ano. O início dos atendimentos deve ocorrer no primeiro semestre de 2024.

A unidade ficou 34 anos com as obras paralisadas e foi retomada pela atual gestão em 2020.

“Aqui nós temos 32 mil metros quadrados. O prédio original era de 9 mil metros quadrados, portanto, fizemos uma grande ampliação. Vamos entregar, se Deus quiser, nos próximos meses, um hospital que vai ser, disparado, o maior e o melhor de Mato Grosso”, relatou ele, que também vistoriou a obra do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad).

As dificuldades para retomar a obra foram relembradas pelo governador, que agradeceu o empenho dos servidores da Secretaria de Estado de Saúde.

“Quero parabenizar toda a equipe da SES, do hoje deputado e secretário Gilberto, o agora secretário Juliano que está a frente da pasta, toda a equipe de engenharia, todos os profissionais e também a todos que ajudaram de alguma forma o Governo a ter as condições de fazer esse investimento tão importante para a saúde da população”, registrou.

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Mauro Mendes também citou que os investimentos feitos na saúde da região metropolitana também ocorrem nas outras regiões de Mato Grosso.

“Aqui na baixada também estamos construindo o Hospital Júlio Müller, inauguramos a Santa Casa e ampliamos o Meteopolitabo. Estamos reformando e modernizando todos os regionais no interior, e construindo quatro novos regionais: Alta Floresta, Confresa, Tangará da Serra e Juína”, elencou.

Também acompanharam a vistoria: a senadora Margareth Buzetti; o deputado federal Fábio Garcia; o deputado estadual Paulo Araújo; os secretários de Estado Laice Souza (Comunicação), Grasielle Bugalho (Assistência Social), Basílio Bezerra (Planejamento), César Roveri (Segurança) eJefferson Neves (Cultura e Esporte); o comandante-geral dos Bombeiros, coronel Alessandro; e o vereador de Cuiabá, Dilemário Alencar.

A obra

O Governo de Mato Grosso investe R$ 184,5 milhões na execução da obra, que deve ser concluída ainda em 2023. O planejamento é que a unidade inicie os atendimentos em 2024.

A unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria.

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Além disso, a unidade de alta complexidade vai dispor um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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