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Mais de 3,2 mil câmeras do Vigia Mais MT foram entregues a 40 municípios em dois meses

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Mais de 3.200 câmeras do Programa Vigia Mais MT estão em fase de instalação em 40 municípios do Estado para integrar o sistema público de videomonitoramento do Governo de Mato Grosso. No total, 15 mil câmeras foram adquiridas e disponibilizadas para atender as 141 cidades mato-grossenses, com investimentos no montante de R$ 22,5 milhões.

Outros 20 municípios estão habilitados para assinatura de parceria e retirada dos equipamentos e 15 estão com processo de habilitação tramitando na Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Além disso, a secretaria firmou convênio com seis grandes projetos privados (empresas, associações e outras entidades) para implantar o serviço de videomonitoramento.

“Estamos falando de um grande programa de videomonitoramento. Programa em que todas as câmeras estarão integradas em uma única plataforma e conversando digitalmente entre si para coibir o crime”, enfatizou o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Augusto Roveri.

O secretário destacou que o único custo das prefeituras e outros entes que firmam convênio é com a instalação e manutenção dos equipamentos. “Estamos levando aos municípios o que há de mais moderno em tecnologia de vigilância eletrônica voltado à segurança pública”, assinalou Roveri.

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A Prefeitura de São Félix do Araguaia (1.200 km ao Nordeste de Cuiabá) está instalando as 55 câmeras de vigilância repassadas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Para a prefeita Janailza Taveira Leite, o investimento do Governo eleva Mato Grosso ao patamar de referência em segurança pública.

“Se Mato Grosso já era um bom lugar para se viver, com o Programa Vigia Mais MT se torna o melhor e mais seguro para morar e investir”, disse.

O Programa

Em 2022, o Governo do Estado apresentou a proposta de criação e a Assembleia Legislativa aprovou, por unanimidade, a lei 11.766/2022 que criou e estabeleceu as regras e exigências de funcionamento do Vigia Mais.

O Governo adquiriu câmeras de três modelos que permitem acompanhar em tempo real, pelo Centro Integrado de Operações de Segurança(Ciosp) ou aplicativo no celular, o monitoramento de espaços públicos como ruas, avenidas, rodovias, praças, entre outros.

A câmera modelo Speed Domes, por exemplo, está dotada de sensor de alta sensibilidade noturna e zoom óptico que pode aproximar em até 20 vezes a imagem do objeto ou pessoas para fazer identificação facial ou de placas de veículos.

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Já a OCR, faz a leitura automática de placas e identificação de características como cor e marca do veículo, com análise inteligente e produção de relatório. As câmeras vão acompanhadas de nobreak, armários e switch (dispositivo que faz a conexão dentro da rede de transmissão).

Além de inibir a criminalidade, as imagens obtidas podem ajudar na identificação e localizando veículos roubados, suspeitos, apontar evidências entre outras contribuições importantes para o esclarecimento de crimes.

A quantidade de equipamentos para cada conveniado é definida, entre outras questões, com base no número de habitantes, na extensão territorial, índices criminais, estudos e análises técnicas, estratégias policiais.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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