MATO GROSSO
Gefron apreendeu 7,7 toneladas de entorpecentes de janeiro a maio deste ano
MATO GROSSO
As ações repressivas executadas pelo Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) na fronteira entre Mato Grosso e Bolívia resultaram na apreensão de 7,7 toneladas de drogas de janeiro a maio deste ano. Os principais entorpecentes são pasta base, cocaína e maconha.
A força especializada atua diretamente na faixa de fronteira com cobertura em 28 municípios. A Base Operacional da unidade está localizada em Porto Esperidião (distante 322,7 km de Cuiabá). A Base de Inteligência e o Canil ficam em Cáceres (distante 219 km de Cuiabá).
Além do combate ao tráfico de entorpecentes, o Gefron fez apreensão de moeda nacional e de madeiras nestes cinco primeiros meses de 2023. No caso da moeda nacional, as ações policiais resultaram na apreensão de mais de R$ 11 mil. Já com relação às apreensões de madeira, o Gefron apreendeu 68 m3.
Para o coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Manoel Bugalho Neto, o volume expressivo de apreensões é resultado do empenho dos policiais, além dos investimentos feitos pelo Governo do Estado.
“Os recursos em investimento e custeio empregados pelo Governo do Estado possibilitam o Gefron ser umas das forças de segurança mais equipada e preparada do Brasil. Soma-se a isto, a dedicação dos operadores e a capacidade de trabalhar integrado junto a outras forças de segurança. Desta forma, o Gefron tem entregado um serviço de qualidade e eficiência”.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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