MATO GROSSO
Turistas de 21 países visitaram Mato Grosso em busca de negócios, aventura e lazer
MATO GROSSO
De acordo com o levantamento, os visitantes em Mato Grosso, predominantemente, falam inglês, espanhol, alemão, italiano, francês e mandarim, e são dos seguintes países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Canadá, Cazaquistão, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Portugal, Reino Unido, Rússia, Suécia, Suíça e Ucrânia.
Em Mato Grosso, os turistas visitaram 18 dos 141 municípios do Estado, sendo eles: Aripuanã, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Curvelândia, Lucas do Rio Verde, Mirassol d’Oeste, Nobres, Poconé, Porto Alegre do Norte, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande.
O secretário adjunto de Turismo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Felipe Wellaton, destacou que uma das formas de atrair mais turistas estrangeiros para o Estado é apostar na promoção de Mato Grosso nas feiras do setor e em rodadas de negócios com operadores. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que cada R$ 1 investido na promoção internacional do turismo, R$ 20 entram na economia por meio do consumo feito pelos turistas.
“O turismo é um setor estratégico para economia estadual gerando emprego e renda. Esses estrangeiros consomem no comércio local dos municípios, beneficiando toda uma cadeia econômica nos hotéis, restaurantes e bares, guias de turismo, locação de automóveis, dentre outros”, comentou.
Desenvolvimento regional
Ao elaborar o Mapa do Turismo Interncional, o objetivo da Embratur é identificar as principais demandas de perfil de mão de obra e de capacitação profissional nos destinos brasileiros mais visitados por turistas estrangeiros. Com isso, realizar ações de qualificação profissional focadas nas necessidades imediatas, o que favorece o ingresso dos beneficiários dos programas sociais no mercado de trabalho.
Em Mato Grosso, a Sedec informou à Embratur que foram realizados cursos online no CadÚnico, como Auxiliar Cultural, Ecoturismo, Condutor de Observação de Aves, Guia de Excursão Nacional e América do Sul, Guia Regional de turismo, Guia de Turismo, Auxiliar de Hotelaria, Agente de Viagens, Culinária – Cozinha Regional e Recepção – Turista de Eventos.
Já o Programa de Qualificação Internacional em Turismo proporcionou a formação de taxistas em informações turísticas. Por sua vez, com Qualifica Turismo, foi ofertado o curso de Turismo, Inclusão e Acessibilidade.
Pelo Senac, também parceiro na formação de mão de obra qualificada, foram ofertados cursos de manuseio de alimentos, hospitalidade, condutor de turismo de natureza/aventura, camareira, mensageiro e marketing digital e redes sociais. Já pelo Senar foi ministrado o curso de Oportunidades de Negócios e Economia Criativa no Turismo Rural.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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