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Perfil da PRF em Sergipe é alvo de suposto ataque cibernético
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O perfil da superintendência sergipana da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Instagram foi alvo de um suposto ataque de hackers na noite desta quarta-feira (28). Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, pasta à qual o órgão está vinculado, os “criminosos” trocaram a senha de acesso ao perfil e publicaram um pedido para que internautas doassem dinheiro para ajudar o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro pediram que internautas.

A publicação não menciona como o dinheiro recolhido seria usado, mas tem forte conotação política, sugerindo estar relacionada à necessidade de Bolsonaro se defender nos vários processos a que responde.
Além de indicar dados de uma conta supostamente disponibilizada para os interessados doarem qualquer quantia via PIX, a postagem ainda contava com um código de barras (QR Code). De acordo com o Ministério da Justiça, o código direcionava as vítimas para uma página que os criminosos criaram para aplicar o golpe.
Em nota, a PRF informou que já está apurando os fatos a fim de tomar as providências necessárias com o objetivo de impedir que criminosos voltem a realizar ações parecidas. O órgão também garante que já reforçou as defesas contra ataques cibernéticos de suas mídias.
Por meio de sua conta no Twitter, o ministro Flávio Dino disse que determinou às outras 26 superintendências estaduais da PRF, e também às da Polícia Federal (PF), que suspendam seus perfis sociais até que a segurança das mesmas seja verificada. Somente as contas dos órgãos centrais, nacionais, seguem ativos.
Em face da alegada invasão de perfil regional da PRF em Sergipe, inclusive com troca da senha, estou determinando a suspensão dos perfis regionais da PF e da PRF para análise da segurança, permanecendo somente os perfis nacionais nas redes sociais. Quanto à retirada do ar da…
— Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) June 29, 2023
Fonte: EBC GERAL
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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas
A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.
Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.
Críticas e denúncias
No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.
“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.
A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.
Impacto na cidade
Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.
Custos e processo de construção
O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.
Notas da Prefeitura
Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.
A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.
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