MATO GROSSO
Governador dá ordem de serviço e cita impacto social da obra: “Vamos melhorar e salvar centenas de vidas”
MATO GROSSO
A assinatura ocorreu na manhã deste sábado (01.07), durante o evento realizado em Nova Mutum.
O governador citou as dezenas de mortes que ocorrem anualmente na rodovia, causadas em sua maioria pelas péssimas condições de trafegabilidade.
“A obra nessa rodovia não só representa um grande eixo de desenvolvimento, por estar no centro da nossa produção, mas acima de tudo nós vamos salvar dezenas e centenas de vidas, porque muitas já se perderam por causa das condições que a estrada se encontra. Fico muito feliz porque com o início dessas obras, vamos evitar novas vítimas nos próximos meses”, afirmou.
A primeira etapa das obras de duplicação contempla 86 km da rodovia, e deve ser concluída em 24 meses. Além da duplicação, serão construídas pontes, viadutos e a recuperação estrutural completa da pista antiga, num investimento de R$ 618 milhões.
“É uma rodovia que corta importantes municípios e tem um impacto muito grande na atividade e na vida das pessoas. Muitas vezes pessoas deixaram de visitar seus parentes, amigos, para não se expor ao risco de passar em uma rodovia com alto trânsito e com muitas carretas. Então nós estamos felizes porque vai trazer um impacto econômico gigantesco, um impacto social muito forte e ainda vai ajudar na melhoria da qualidade de vida da população”, registrou.
As obras só estão sendo possíveis, de acordo com Mauro Mendes, porque o Governo de Mato Grosso construiu uma solução ousada e inédita, assumindo a concessão via MT Par, e contou com a ajuda de vários parceiros, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), os Tribunais de Contas da União e do Estado e a base da bancada federal.
“Viajamos muitas vezes a Brasília, fizemos muitas e muitas reuniões e esse trabalho foi conduzido de forma silenciosa, porque nós tínhamos muito receio de que isso não desse certo. Era muito difícil conseguir fazer tudo isso
no prazo que nós tínhamos. Mas com a ajuda de todos, nós conseguimos em tempo recorde aprovar essa solução”, relatou.
Para o governador, a solução corajosa encontrada para a rodovia reflete a coragem do povo mato-grossense, que fez o estado se tornar uma potência na produção de alimentos mesmo em meio a enormes dificuldades.
“O Governo de Mato Grosso não poderia ser diferente daquilo que é a grande maioria dos matogrossenses. Porque coragem não é assumir uma BR como essa. Coragem a vir pra cá há 30, 40, 50 anos, quando nem asfalto tinha. Coragem é se enfiar no meio do mato aqui, 50 km, 100 km distante de tudo, como muitos fizeram, enfrentando malária, quando não tinha energia, quando não tinha telefone, quando não tinha nada. Isso sim é coragem e eu fico muito feliz porque hoje o Governo de Mato Grosso está representando neste momento esta mesma coragem, que é um valor da grande maioria dos mato-grossenses”, completou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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