Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Policial penal sai para visitar o neto doente e não é mais visto em Cuiabá

Publicados

MATO GROSSO

O policial penal Gilson Alves Ferreira, de 54 anos, está desaparecido desde a tarde de segunda-feira, quando foi visitar o neto doente, em Cuiabá. A família registrou um boletim de ocorrência e as autoridades buscam por informações sobre o seu paradeiro.

Segundo a esposa dele, dona Maria, não é a primeira vez que ele desaparece. Há cerca de vinte dias atrás, ele já havia sumido. Quando voltou para casa, estava muito sujo e disse que ficou andando pela cidade.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

 

 

Gilson tem histórico de depressão e já teve acompanhamento em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

 

Conforme dona Marian, ele saiu de casa na segunda-feira (03) para visitar um neto que estava doente. A criança teve uma piora repentina e foi levada para um hospital particular da cidade. Gilson ficou em casa.

 

LEIA MAIS – Bebê de 1 ano morre afogado após cair em piscina de casa

 

Ele ainda fez uma chamada de vídeo com a esposa, em que disse que iria até o hospital visitar a criança. Mas ele não apareceu na unidade de saúde.

Leia Também:  Polícia prende 32 pessoas por golpe de desvio de salários e falsificação

“De terça para quarta ele mandou uma mensagem perguntando se eu estava em casa. E disse que estava indo embora. Só que eu estava dormindo e só vi no outro dia”, conta dona Maria. Ela ainda tentou ligar para o telefone dele, mas o aparelho só chamava sem que as ligações fossem atendidas.

Segundo a família, Gilson foi visto pela última vez usando uma bermuda jeans clara e tênis branco com listras vermelhas.

Quem tiver alguma informação sobre o seu paradeiro, pode entrar em contato com o núcleo de desaparecidos da Polícia Judiciária Civil pelo número (65) 99982-7766.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

Publicados

em

A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

Leia Também:  Defesa Civil faz mapeamento de áreas de risco em Chapada dos Guimarães

O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA