MATO GROSSO
Inscrições para curso de especialização em hansenologia estão abertas, saiba como se inscrever
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), por meio da Escola de Saúde Pública (ESP-MT), abriu as inscrições do processo de seleção para o Curso de Especialização em Hansenologia.
O objetivo é formar profissionais médicos que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso para eficiência no diagnóstico precoce da hanseníase. Os novos especialistas trabalharão juntamente com as equipes mutliprofissionais de saúde dos municípios.
A inscrição poderá ser feita até o dia 24 de julho por meio deste link. São ofertadas 20 vagas destinadas aos médicos com especializações apontadas no edital e que atuam no SUS nas redes municipais, estadual e federal de Saúde pública.
O resultado preliminar das inscrições deve ser publicado no Diário Oficial do Estado a partir do dia 31 de julho. O curso está previsto para iniciar em setembro deste ano e deve ser concluído em novembro de 2024, totalizando 440 horas. Outras informações sobre a especialização podem ser acessadas aqui.
Essa é a segunda capacitação ofertada pela SES. A primeira começou em 27 de junho de 2022 e deve ser concluída em julho de 2024, com 19 médicos sendo capacitados e carga horária de 440 horas.
As especializações são resultados do Termo de Cooperação Técnica assinado em 2022 entre a SES-MT e a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH).
Para a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz, a medida é importante para o Estado de Mato Grosso, que é considerado hiperendêmico para a hanseníase e ocupa a 1ª posição no país com o maior número de casos da doença.
“Estamos desenhando um caminho muito importante na história do SUS em Mato Grosso com a formação desses médicos. Além disso, a SES está mobilizando a organização da linha de cuidado em hanseníase, mais um passo importante para a rede, tendo em vista o estado ser hiperendêmico na doença”, explicou Silvia.
Conforme a coordenadora de Atenção às Condições de Saúde da SES, Ana Carolina Landgraf, que integra a coordenação técnica e pedagógica da especialização, a população será a principal beneficiada com essa capacitação.
“Os usuários do SUS contarão com profissionais altamente capacitados para o tratamento de uma doença que é crônica e tem cura. Todo o tratamento é oferecido no SUS, mas caso o diagnóstico e o tratamento não ocorram adequadamente, a enfermidade pode gerar sequelas físicas e perdas de funcionalidade importantes, diz Ana Carolina.
A curso tem apoio do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), da Farmácia Estadual, do Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac) e do Laboratório Central do Estado (Lacen), além do acompanhamento da área técnica da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica da SES.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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