MATO GROSSO
Artesãos de Mato Grosso comercializaram mais de R$ 160 mil na maior feira da América Latina
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Para o evento, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) selecionou, por meio da coordenação do Programa do Artesanato Brasileiro de Mato Grosso (PAB/MT), 70 artesãos mato-grossenses. Destes, dez estão presencialmente na Fenearte e 60 atuam de forma indireta, com o envio de peças para também serem expostas e comercializadas durante os 11 dias de evento, que possui uma forte característica cultural e grande ligação com o setor turístico.
O estande do Estado de Mato Grosso é um dos mais visitados na Fenearte, que no ano passado chegou a receber cerca de 300 mil pessoas. Lá, entre os produtos expostos estão referências marcantes do Estado, como tecelagem, artesanato indígena, sementes, cestaria. Participam artesãos de etnias indígenas mato- grossenses como os umutinas e Waurás, e dos municípios São José do Rio Claro, Várzea Grande, Barra do Bugres, Canarana, Gaúcha do Norte, Cuiabá, Paranatinga, Poxoréo, Poconé, Chapada dos Guimarães.
A coordenadora do Programa Artesanato Brasileiro de Mato Grosso, Lourdes Sampaio, explica que a Fenearte deste ano destaca a arte indígena com o tema “Loiceiros de Pernambuco – Arte da terra, poesia das mãos”, e que a arte dos indígenas de Mato Grosso vem sendo muito apreciada pelos visitantes.
“Nossos povos indígenas estão presentes na Fenearte, e é um dos destaques do nosso estande, que já comercializou antes de completar 10 dias de evento mais de R$ 160 mil. O artesanato é uma das principais fontes de renda para essas pessoas que utilizam, em muito dos seus trabalhos, semente, cerâmica, madeira, palha e muita criatividade e inspiração, e isso vem encantando os visitantes aqui em Olinda”, conta Lourdes.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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