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Médico é preso acusado de injúria racial em clínica em Cuiabá

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Um médico de 78 anos foi preso em flagrante por injúria racial, na tarde de quinta-feira (13), em uma clínica de fisioterapia localizada no bairro Bosque da Saúde em Cuiabá. O nome da clínica não foi revelado.

 

Segundo a Polícia Civil, o médico desferiu palavras ofensivas contra uma funcionária do local, de 27 anos, em razão da cor dela.

 

O homem acompanhava a esposa que realizava um procedimento na unidade. Ele teria entrado na sala e pedido que fosse realizado um procedimento.

 

A funcionária disse que naquele dia ele não poderia ter o pedido atendido e ao tentar explicar o motivo o homem teria dito: “Você não sabe o que está fazendo, você é preta, eu sou médico”.

 

 

Segundo a vítima, conforme o boletim de ocorrência, ela teria dito que era profissional e sabia o que estava fazendo.

 

Em frente dos policiais militares, o homem continuou chamando a mulher de “preta” por várias vezes.

 

Segundo a esposa do médico, ele não ofendeu a vítima e só pediu para aplicar um produto. Ele, segundo a mulher, estaria em tratamento de bipolaridade.

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O homem foi levado para a Central de Flagrantes da Capital, onde foi ouvido pelo delegado plantonista e autuado em flagrante por crime de injuriar.

 

O crime é caracterizado quando há ofensa à dignidade ou o decoro, em razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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