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Madeira apreendida em operações da Sema é usada para construção de casas populares em Nova Maringá

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Madeiras apreendidas em duas operações de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente foram utilizadas para a construção de casas populares em Nova Maringá. As operações, realizadas pela regional de Tangará da Serra, apreenderam 150 metros cúbicos de madeira, que foram doadas para a prefeitura.

A madeira está sendo utilizada para a montagem das estruturas das casas e já foram utilizadas, até o momento, em 50 unidades no programa social do município.

O diretor da regional de Tangara da Serra, Jeferson Zucchi, explica que a unidade tem articulado com as prefeituras municipais da região para remoção de máquinas e doação de bens apreendidos, e no município de Nova Maringá, a parceria tem dado bons resultados, tanto na remoção de máquinas, como de bens.

“Neste caso, a prefeitura usou as toras apreendidas para construções de casas com cunho social, e nós acompanhamos o direcionamento destes materiais. Apesar do dano ambiental já ter sido causado e a madeira ter sido retirada de forma ilegal, ela está sendo utilizada para um fim social. Estão procurando otimizar a destinação deste material para que seja aproveitado da melhor maneira possível”, ressaltou.

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Ambas as operações ocorreram em parceria com a Polícia Militar Ambiental de Barra do Bugres e foram deflagradas a partir dos alertas emitidos pela Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal, que utiliza Imagens de Satélite Planet no combate ao desmatamento ilegal.

A primeira operação apreendeu 89 m³ de madeiras extraídas sem autorização e a segunda 61 m³. Ambas as operações foram na região de Nova Maringá.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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