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Sefaz realiza oficinas sobre cidadania fiscal e Nota MT para gestores municipais nesta quarta-feira (16)

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) realiza, nesta quarta-feira (16.08), oficinas sobre os Programas Cidadania Fiscal e o Nota MT para gestores de 20 municípios da Região Sul do Estado. O evento será no auditório da OAB, em Rondonópolis, durante a primeira edição do Programa Tribunais em Ação, promovido pelo Tribunal de Contas (TCE) e Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

¿¿¿¿¿¿¿O secretário Adjunto de Projetos Estratégicos, Vinícius Simioni, destaca que o objetivo da oficina é apresentar os programas para que projetos semelhantes possam ser desenvolvidos pelas prefeituras.

“Esse momento, de cooperação, debate e troca de conhecimento, é importante para a construção do exercício da cidadania. Toda a sociedade ganha quando temos cidadãos que exercem sua cidadania, que conhecem a função social dos tributos e a importância deles para que todos tenham acesso a serviços eficientes e de qualidade”.

Os interessados em participar da oficina da Sefaz devem se inscrever previamente. Confira aqui toda a programação do Tribunais em Ação.

O Tribunais em Ação inicia nesta terça-feira (15.08), no Ideias Buffet. A Secretaria de Fazenda e o Tribunal de Contas do Estado são parceiros no fortalecimento e estímulo da consciência fiscal entre os cidadãos. Para isso, os órgãos assinaram um termo de compromisso em 2022, que prevê a participação da equipe da secretaria em eventos que envolvem servidores públicos e representantes municipais.

Além da oficina da Sefaz, o Tribunais em Ação traz debates sobre educação, meio ambiente, saúde, assistência social e democracia, buscando a eficiência na gestão pública. A programação do evento inclui a formação técnica de prefeitos, vereadores e servidores públicos de diversos setores, além do compartilhamento de informações e produtos dos tribunais.

Nesta primeira edição, serão contemplados os municípios de Rondonópolis, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Araguainha. Campo Verde, Dom Aquino, Gaúcha do Norte, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Paranatinga, Pedra Preta, Poxoréu, Primavera do Leste, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa e Tesouro.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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