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Governador abre leitos pediátricos em Sinop e vistoria obras em 5 municípios do Nortão de MT

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O governador Mauro Mendes estará na região norte de Mato Grosso, nesta sexta-feira e sábado (18 e 19.08). Ele participará da abertura dos 30 leitos pediátricos do Hospital Regional de Sinop e vai vistoriar obras nos municípios de Alta Floresta, Carlinda, Novo Mundo, Guarantã do Norte e Matupá.

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco, representante da região, acompanhará as agendas do governador no Norte do Estado. Também está previsto integrarem a comitiva o senador Jayme Campos, a deputada federal Flavinha Rodrigues, os deputados estaduais Nininho e Valter Miotto, os secretários de Estado Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), Gilberto Figueiredo (Saúde), César Roveri (Segurança), Laice Souza (Comunicação), Alan Kardec (Ciência e Tecnologia) e o comandante-geral da Polícia Militar, Alexandre Mendes.

A agenda do governador inicia às 7h, em Sinop, para a abertura dos 30 leitos pediátricos no Hospital Regional, sendo 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 15 em Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e cinco de retaguarda infantil.

Ele e a comitiva seguem para Alta Floresta, onde entregarão armamento para os policiais militares, às 9h. Na sequência, Mauro Mendes vistoria as obras de construção do novo Hospital Regional de Alta Floresta, que já está 18% executada. Ele atenderá a imprensa logo após a vistoria, no canteiro de obras do hospital.

Ainda no município, o governador entrega o asfalto novo dos bairros Jardim Renascer e Boa Nova e vistoria as obras de asfaltamento dos bairros Jardim Oliveiras e Jardim Universitário, executados em parceria com a prefeitura.

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Após o almoço, ele segue para Carlinda para vistoriar as obras de asfaltamento das Ruas Ipês, Palmeiras e Figueiras, das Avenidas Arapongas e Antônio Castilho e de Rotatória, e as construções da nova Escola Municipal e do Laboratório e Farmácia Popular.

Às 15h30, o governador vistoria a construção da Ponte Rio Teles Pires, com 693 metros, entre Carlinda e Novo Mundo. Essa será uma das maiores pontes do Estado, com investimento de R$ 48,3 milhões.

Em Novo Mundo, Mauro Mendes se reúne com lideranças locais na Prefeitura, às 17h30, e em seguida, vai para Guarantã do Norte, onde irá pernoitar.

No sábado (19), ainda em Guarantã, o governador e comitiva iniciam a agenda às 7h, com vistoria às obras de ampliação e reforma do Hospital Municipal Nossa Senhora do Rosário, construção do Centro de Tratamento Renal e de drenagem de águas fluviais nas Ruas Amoras e Tamburis, além das reformas as Escolas Estaduais Guarantã e Albert Einstein.

Às 9h30, já em Matupá, Mauro Mendes fará a vistoria das obras de asfaltamento em 31 km da MT-322, entre Matupá e Carlinda, que recebe investimento na ordem de R$ 41 milhões, e das construções da Escola Técnica Estadual, de 50 casas populares e da Delegacia da Polícia Civil.

Confira a programação completa:

Sexta-feira, 18/08

SINOP
7h – Implantação de 30 leitos pediátricos no Hospital Regional
7h30 – Entrevista no local

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ALTA FLORESTA
9h – Entrega de armamento para Polícia Militar
9h30 – Vistoria às obras do novo Hospital Regional
10h30 – Entrega do asfalto novo nos bairros Jardim Renascer e Boa Nova
11h – Vistoria às obras de asfaltamento nos bairros Jardim Oliveiras e Jardim Universitário;
12h – Entrevista na TV Nativa
13h – Almoço

CARLINDA
14h30 – Vistoria em obras:
– Asfaltamento das Ruas Ipês, Palmeiras e Figueiras; Avenidas Arapongas e Antônio Castilho; e de Rotatória
– Construção da nova Escola Municipal
– Construção do Laboratório e Farmácia Popular
15h30 – Vistoria da construção da Ponte Rio Teles Pires, com 693m (entre Carlinda e Novo Mundo)

NOVO MUNDO
17h30 – Reunião com lideranças na Prefeitura

GUARANTÃ DO NORTE
Pernoite

Sábado, 19/08

7h – Vistoria às obras:
– Ampliação e reforma do Hospital Municipal Nossa Senhora do Rosário
– Construção do Centro de Tratamento Renal
– Construção de drenagem de águas fluviais nas Ruas Amoras e Tamburis
– Reforma e ampliação da Escola Estadual Guarantã
– Reforma geral da Escola Estadual Albert Einstein

MATUPÁ
9h30 – Vistoria às obras:
– Asfaltamento em 31 km da MT-322, entre Matupá eCarlinda
– Retomada da construção da Escola Técnica Estadual
– Construção de 50 casas populares
– Construção de Delegacia da Polícia Civil

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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