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Setasc disponibiliza ferramenta para visualização de dados da política de assistência social em MT

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) implantou o Laboratório de Visualização e Georreferenciamento de Dados do Sistema Único de Assistência Social (GeoSUAS-MT), com objetivo de contribuir para o aprimoramento das ofertas de serviços aos usuários da Política Nacional de Assistência Social, por meio da produção, sistematização e disseminação de dados.

A ferramenta, elaborada pela equipe de Vigilância Socioassistencial vinculada à Secretaria Adjunta de Assistência Social (Saas), possibilita a análise e visualização de dados de diferentes tipos de situações de vulnerabilidades e riscos que acometem a população de Mato Grosso, bem como do padrão de oferta dos serviços socioassistenciais do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

A secretária da Setasc, Grasielle Bugalho, afirmou que a equipe de Vigilância Socioassistencial da Pasta “realizou um excelente trabalho primando pela eficiência e transparência, para que as políticas públicas alcancem a população mais vulnerável dos 141 municípios do Estado”.

“O GeoSUAS é uma ferramenta que tem todo um estudo do mapa da pobreza no Estado de Mato Grosso, além de um estudo do perfil por município, constando tudo o que está no Cadastro Único. É possível verificar a quantidade de pessoas no cadastro, recortando pela população vulnerável, idade e informações sobre a população indígena. O GeoSUAS tornou-se uma fonte rica, principalmente para os bancos acadêmicos que fazem pesquisas. E isso é o olhar que a gente está trazendo do Governo do Estado, mais eficiência e transparência, para que essas políticas públicas sejam construídas da melhor forma possível e em benefício para a população”, acrescentou.

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Responsável pela criação do GeoSUAS, o servidor público e analista de Desenvolvimento de Sistema, Roverson Ferreira da Costa, destacou a importância de utilizar as tecnologias para fornecer acesso fácil aos dados da Política de Assistência Social.

Ele ainda pontuou que o fato da ferramenta possuir os dados em formas de gráficos, mapas e filtros mais intuitivos facilita o acesso às informações de forma mais compreensiva para qualquer pessoa que acesse o GeoSUAS.

“Ela vem para contribuir com a transformação de dados e informações relevantes para a política. A assistência social, assim como outras políticas, tem muitos dados disponíveis e o GeoSUAS vem nessa proposta, de tratar o dado e transformá-lo numa forma visualmente acessível para o público, aos gestores e aos trabalhadores do SUAS nos municípios”, disse.

Outra questão apontada pelo analista foi a economia que o GeoSUAS gerou para a Setasc, já que a Pasta não precisou renovar contratação com empresa que fornecia um sistema de georreferenciamento.

“O GeoSUAS-MT também surgiu diante da inquietação da equipe de Vigilância Socioassistencial quanto ao gasto público dispendido pela Setasc para manter o contrato com a empresa que era responsável pelo sistema de georreferenciamento dos dados da assistência social. Passamos a empreender muito esforço de aprendizagem e estudos de tecnologias gratuitas disponíveis, como o Microsoft Power BI, QGIS e WordPress, e que, por fim, resultou na implementação do projeto de georreferenciamento com utilização 100% de ferramentas gratuitas”, ressaltou.

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Para “alimentar a ferramenta”, a equipe filtra, analisa e extrai informações de vários bancos de dados, como: o Cadastro Único, o Censo SUAS, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Aos interessados em conhecer a plataforma GeoSUAS, basta acessar o site https://geosuasmt.wordpress.com/.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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