Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

“MT mostrou resultados de excelência com competições de grande porte e está pronto para eventos ainda maiores”, afirma secretário de Cultura, Esporte e Lazer

Publicados

MATO GROSSO

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Jefferson Neves, destacou que Mato Grosso está preparado para receber grandes eventos esportivos de diversos segmentos, como o jogo da Seleção Brasileira nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, e que já mostrou resultados de excelência nas competições realizadas nos últimos anos.

“Nós estamos entre os melhores, com certeza, e o que a gente consegue entregar hoje, em termos de estrutura, é coisa de excelência”, afirmou.

Conforme o gestor, a experiência com os eventos anteriores, como Copa América (futebol) e o prêmio Troféu Brasil (atletismo) renderam ao Estado não apenas a expertise para a realização de grandes eventos, mas projeções importantes, uma vez que a estrutura esportiva mato-grossense foi bastante elogiada.

Além das competições de fora, Jefferson também destacou que a Secel está atenta aos atletas mato-grossenses, e, por meio do projeto Olimpus, tem incentivado a prática esportiva com o Bolsa Atleta e o Bolsa Técnico.

Confira a entrevista na íntegra:

Secom – Essa semana tivemos uma novidade para Mato Grosso com a Arena Pantanal sendo escolhida para sediar o jogo da Seleção Brasileira nas eliminatórias da Copa do Mundo. O que garantiu que a Arena fosse escolhida como sede?

Jefferson Neves – Primeiro, o dever de casa. Há quatro anos, desde que nós assumimos o governo, com apoio do governador Mauro Mendes e todo o nosso grupo de secretários e servidores lá na Secretaria, fizemos um trabalho de restauração da Arena Pantanal. A Arena estava num estado muito ruim, era um elefante branco, e, prevendo essas oportunidades que poderiam aparecer, nós trabalhamos bastante para que ela tivesse condições estruturais e documentais para receber grandes eventos. Graças a Deus esse trabalho de quatro anos rendeu frutos. Nós já tivemos a Copa América, a Supercopa do Brasil, o Cuiabá está há três anos seguidos na Série A, e a cerejinha do bolo é esse anúncio de termos a Seleção Brasileira masculina principal pela primeira vez em Mato Grosso, fazendo um jogo oficial.

Então, hoje a Arena é um exemplo de boa gestão, deixando de ser motivo de vergonha e passando a ser motivo de orgulho para o Estado. Isso foi possível porque o nosso comandante, governador Mauro Mendes, além de dar autonomia, dá condições de fazermos um bom trabalho. Nós estamos entre os melhores, com certeza, e o que a gente consegue entregar hoje, em termos de estrutura, é coisa de excelência.

Secom – Eventos desse porte em Mato Grosso, além de serem uma opção de lazer diferente para a população, abrem portas para que novas disputas internacionais sejam realizadas no Estado? E já há outros eventos em vista?

Jefferson Neves – Com toda certeza. Há menos de dois meses nós tivemos uma das competições esportivas mais importantes do país, de uma maneira geral, que foi a 42ª edição do Troféu Brasil, uma tradição gigante. A partir disso, abrimos uma janela muito grande, porque nós conseguimos mostrar resultados com a organização, os atletas deram resultados, os treinadores gostaram do que tiveram de estrutura aqui, e isso nos oportunizou a pleitear o Campeonato Ibero-Americano de Atletismo no ano que vem, ou seja, a mais importante competição de atletismo das Américas vai acontecer aqui em Mato Grosso, em março do ano que vem, na nossa pista, com as seleções de toda a América do Sul, América Central e ainda os times de Espanha e Portugal.

Então, esses eventos são oportunidades para sempre trazermos eventos correlatos ainda maiores, porque, a partir do momento que a gente tem estrutura hoteleira e espaços esportivos que permitem que os atletas desempenhem melhores resultados, é só a gente ter boa vontade política e trabalhar para trazer esses eventos.
Secom – Ainda falando em esporte, a gestão atual do Governo do Estado ampliou o projeto Olimpus, incluindo novas categorias e aumentando valores. Atualmente, quais são os benefícios oferecidos pelo projeto?

Jefferson Neves – O projeto Olimpus conta, hoje, com cinco categorias do Bolsa Atleta e três de Bolsa Técnico. A primeira categoria, que é para atletas de 9 a 12 anos que estão começando a se destacar no esporte, ainda não participam de campeonato brasileiro, mas participam dos estaduais e regionais, é o Bolsa Atleta Infantil, que paga 12 parcelas de R$ 200; o Bolsa Atleta Base, que são os atletas a partir de 12 anos de idade que já têm nível técnico comprovado, alguns são campeões do Centro-Oeste, se destacam e ficam entre os 10 no campeonato brasileiro, sendo que eles recebem 12 parcelas de R$ 400; depois vem o Bolsa Atleta Estudantil, para atletas a partir de 12 anos de idade que têm até a sexta colocação dos campeonatos brasileiros estudantis, com auxílio de 12 parcelas de R$ 800; tem o Bolsa Atleta Nacional, com os atletas que já venceram essa etapa do Estudantil e estão entre os 6 melhores atletas dos campeonatos brasileiros, das modalidades, que recebem uma bolsa de R$ 1.200,00; tem ainda o Bolsa Atleta Internacional, que são os nossos atletas que já se destacam nas competições sul-americanas, pan-americanas, campeonatos mundiais, que recebem 12 parcelas de R$ 2.000,00.

Importante destacar que, conforme o atleta vai avançando, ele vai pleiteando os auxílios, então aquele atleta que no infantil continua avançando e tendo resultado, ele vai mudando de categoria, vai melhorando seus resultados e, com isso, ele segue treinando e sendo financiado pelo Estado.

Além dos atletas, o Governo também apoia os treinadores, por meio do Bolsa Técnico que é dividido assim: o Bolsa Atleta Base, que é R$ 1 mil por mês, durante 12 meses; Bolsa Atleta Nacional, que é R$ 1.500 por mês durante 12 meses; e o Bolsa Técnico Internacional, que é R$ 2.000 por mês durante esses dois meses.

Secom – Com apoio do Olimpus, muitos técnicos e atletas estão tendo conquistas importantes em campeonatos nacionais e internacionais. Quantos atletas e técnicos estão recebendo a bolsa e como essa iniciativa contribui com o desenvolvimento do esporte em Mato Grosso?
Jefferson Neves – O projeto Olimpus é interessante porque, quando nós iniciamos a gestão, trouxemos toda a experiência que tínhamos – eu mesmo fui treinador por 20 anos -, trouxemos técnicos para perto da Secretaria, pegamos todas as angústias, os problemas que enfrentamos na carreira e pensamos em solucionar um por um, para oferecermos para nossos treinadores e atletas o melhor possível e não deixarmos de desenvolver o nosso esporte, e assim a gente fez. Uma das situações é que o atleta precisa de financiamento contínuo. Ele não pode receber um mês e não receber outro. Graças a Deus há três anos a gente não tem atrasos.

Também graças ao governador Mauro Mendes e ao deputado estadual e ex-secretário da Secel, Beto Dois a Um, conseguimos implantar também o Bolsa Técnico, porque entendemos que quem formava nossos atletas precisam ter apoio e ser premiados também. Isso estimula e gera reconhecimento.

Leia Também:  Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses estão com inscrições abertas

E a gente fica muito feliz, porque os números não mentem. Quando começamos a gestão, a Secretaria trabalhava com 151 atletas, que era o limite que nós tínhamos em bolsa naquele momento. Já no ano passado foram 361 atletas sendo contemplados em todas as categorias, e 68 treinadores.

Nós já conseguimos um incremento importante para o projeto neste ano, e por isso a gente quer agradecer demais o governador Mauro Mendes pela sensibilidade e por entender o quanto o esporte é importante e pode transformar as vidas.

Para este ano, no Bolsa Atleta que lançamos recentemente, podemos atender até 615 atletas e até 95 treinadores, e já temos orçamento previsto para isso. É quase o dobro do que atendemos ano passado e o preenchimento dessas vagas depende exclusivamente do desempenho dos atletas.

Secom – Outro ponto em que a Secel se destaca são as ações realizadas na Cultura, com apoio aos mais variados projetos e áreas. Quais são os setores da cultura que estão recebendo investimentos por meio dos editais lançados pela Secretaria?

Jefferson Neves – Isso é muito legal de a gente dizer, porque, assim como nós trabalhamos no esporte, na cultura nós também buscamos trabalhar todos os segmentos culturais, desde artes plásticas, cinema, teatro, música, as manifestações culturais todas.

Nós tivemos editais específicos, por exemplo o Estevão de Mendonça, nosso edital de literatura que premiou livros lançados em Mato Grosso, mas, em geral, nossos editais são bem diversificados.

Temos uma ação muito forte também na economia criativa, um trabalho incrível que a Secretaria faz, estimulando investidores da economia criativa; temos estúdios de música sendo desenvolvidos, startups de games e várias outras situações que os nossos empreendedores criativos estão desenvolvendo. Temos, por exemplo, uma moça que é estilista indígena e cria várias peças de roupas lindas, incríveis; temos artes em peças de bijuteria feitas com coletas de castanha, essas coisas todas. Então, muita coisa acontecendo sendo apoiada pelo governo.

Secom – Em anos anteriores, antes de 2019, falava-se muito sobre as panelinhas que existiam na área da cultura em Mato Grosso, e agora vemos projetos realizados em todos os cantos do Estado, por diferentes grupos. O senhor acredita que a Secel tem conseguido desburocratizar os editais e democratizar a cultura em Mato Grosso?
Jefferson Neves – Com certeza. Isso também é muito importante para a gente dizer, porque, já no nosso primeiro edital, quando lançamos um edital mais amplo, que foi durante a pandemia, o Lei Aldir Blanc, descobrimos que 69% dos proponentes nunca tinham recebido um recurso público para fazer os seus projetos. Isso mostra que a gente fez um edital que permitia que novos projetos fossem contemplados. A partir daí a gente vem com um olhar de atenção e trabalhando bastante por essa democratização de acesso aos editais.

Para vocês terem uma noção, se eu não me engano,72% dos proponentes que recebiam o curso público eram homens, 38% de mulheres. A proporção agora está em 51% de mulheres, 49% homens, porque fizemos um formato mais simples e, menos burocrático, que democratizasse esse acesso.

Secom – No fim de semana passado ocorreu a segunda edição do festival Baguncinha, no Parque de Exposições, em Cuiabá, que foi um projeto concebido por meio das consultorias do edital Move-MT e selecionado pelo edital Viver Cultura, para valorizar o trabalho autoral de artistas de Mato Grosso. Isso demonstra que a Secel está no caminho certo na promoção da cultura no Estado?

Jefferson Neves – Com certeza. Parcerias como essa nos deixam muito felizes, porque é um dinheiro bem investido, né? Com um evento como esse você movimenta a cadeia da música e a da criação dos eventos de uma maneira geral, e foi incrível. Foi um projeto que começou a ser acelerado pela Secretaria, pelo investimento do Governo e hoje está ganhando aí o Estado e o país.

Assim como eles, temos outros exemplos incríveis também. Tem uma banda de pagode que foi muito conhecida aqui por um tempo, o Sambaxé, e durante um tempo eles não estavam conseguindo alavancar, então fizemos um financiamento, eles gravaram DVD ao vivo e explodiram, estão fazendo shows no país todo, e eu, particularmente, amo a arte deles porque é popular e de acesso a todos, para todo canto. Então é fazer com que isso aconteça.
Outro exemplo que a gente gosta muito de usar é o Flor Ribeirinha, que é um case de sucesso que temos. Assim como o Cuiabá está estimulando o futebol profissional e outras equipes a investirem com qualidade, o Flor Ribeirinha está fazendo com que vários outros grupos, que estavam caminhando ou se perdendo ao longo do tempo, cresçam e tenham apresentações incríveis, como é o caso do Flor do Atalaia e o Flor do Campo, além de várias outras apresentações que estão quase chegando no nível do Flor Ribeirinha, nos representando em muitos festivais ao longo do país.

O intuito da Secel é, justamente, que nós tenhamos mais opções de entretenimento e lazer favorecendo o desenvolvimento econômico da arte de maneira geral. Então, com esse trabalho, a gente acredita que a Secretaria impulsiona e faz com que aqueles empreendedores e artistas que estavam desestimulados, que não conseguiam viver mais da sua arte, possam ter o seu trabalho reconhecido.

Leia Também:  Gefron prende dois suspeitos com nove tabletes de drogas na MT-343

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Secretário de Educação realiza visitas a diretorias regionais para reforçar políticas educacionais em MT

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Laudo da necropsia sobre a causa da morte de homem encontrado suspenso em grade de restaurante ainda não foi concluído

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA