MATO GROSSO
Na aldeia Meruri, primeira-dama de MT é recebida com apresentações culturais e celebração religiosa
MATO GROSSO
O evento foi promovido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e contou com entregas dos programas sociais SER Família Solidário e Aconchego. Também foram feitas entregas de uma caminhonete Hilux, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seaf), e cadeiras de rodas, pelo Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), da Secretaria de Estado de Saúde.
Ainda na aldeia, a comitiva vistoriou a reforma da Escola Estadual Indígena Sagrado Coração de Jesus.![]()
Considerada irmã e madrinha dos povos indígenas, Virginia Mendes foi recebida pelo diretor e pároco da Missão Salesiana, padre Andelson Dias, pelo cacique Osmar Aroenoguaijwy, e pelo prefeito Marcelo Aquino, acompanhado da primeira-dama e secretária municipal de Administração Ana Flávia. Virginia agradeceu a presença das pessoas que participaram e destacou o prazer que é visitar as aldeias.
“Agradeço a todos que estão aqui. Eu estava ansiosa por esse dia. Esta é a terceira vez que visito a aldeia Meruri e quero voltar em breve para a inauguração da escola. Eu digo que eu tenho uma alma indígena, eu amo vir para as aldeias. Agradeço principalmente a Deus e a todas as orações que recebi de todos vocês”, disse a primeira-dama do Estado.![]()
Na vistoria à escola Sagrado Coração de Jesus, a primeira-dama Virginia Mendes conferiu os detalhes que faltam para a conclusão.
“Será uma bela escola indígena. Agradeço o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, por atender esse pedido que fiz, era um desejo do padre Andelson e de toda comunidade escolar”.![]()
Na entrega oficial da caminhonete Hilux e do poço artesiano, a primeira-dama de MT falou da importância das parcerias.
“Hoje é um dia de festa, porque estamos entregando oficialmente esta caminhonete 0 km, um pedido nosso à Seaf, com o apoio do deputado federal Juarez Costa, que nos ajudou com uma emenda parlamentar. Também quero agradecer o presidente da Metamat, Juliano Jorge, pelo trabalho finalizado do poço artesiano, Essa também é uma grande conquista, e também vistoriamos a escola e em breve vamos entregar a comunidade”.![]()
O cacique Osmar destacou o momento histórico que a aldeia vive, e algumas conquistas, graças ao trabalho e apoio que tem recebido da primeira-dama do Estado, do Governo e da gestão municipal.
“Meruri vive um momento histórico e passa por uma transformação positiva. Temos contato direto com o município, com o Estado e esse contato é responsável por isso que estamos vivendo, de melhoria para nosso povo. Hoje estamos recebendo esta caminhonete articulada pela primeira-dama Virginia Mendes, mas quero lembrar que já recebemos outros implementos da Seaf. Nós conseguimos os benefícios porque justificamos com nosso trabalho. Dona Virginia sempre nos ajuda com o social e sabemos que podemos contar com ela”, disse.![]()
Após o almoço, a primeira-dama Virginia Mendes recebeu homenagens com apresentações de dança e cantos típicos da etnia Boe-Bororo, encenação teatral contando a história da chegada da missão salesiana, e ainda a coroação de Nossa Senhora.![]()
Padre Andelson ressaltou a presença ativa da primeira-dama do Estado e do Governo do Estado nas aldeias.
“Eu nunca vi, na história política, um governo e uma primeira-dama de Estado que se importasse tanto com os povos indígenas. Esse é o maior bem que a senhora faz, além de tudo o amor e o carinho que a senhora e sua equipe trazem para a população indígena, antes esquecidas, porque ninguém olhava por eles. Aproveito para destacar que além, do poço artesiano, o bem mais precioso que a senhora conseguiu para nós é a escola que está ficando linda”.![]()
De acordo com o presidente da Metamat, Juliano Jorge, a profundidade do poço perfurado é de 200 metros com capacidade de 10 mil m³. No Estado, 10% da população já foi atendida. Virginia Mendes é madrinha do programa “Água para Todos”.
“Existem 52 mil índios em Mato Grosso. Nós já conseguimos atender cerca de 10% dessa população com água potável. Dos grandes trabalhos que fazemos na Metamat, essa ação é a mais procurada. Agradeço a senhora por acompanhar essas demandas e cobrar essa ação tão importante com o abastecimento de água de qualidade”, disse o presidente da companhia.
A secretária da Setasc, Grasielle Bugalho, lembrou a disposição da primeira-dama Virginia Mendes nas missões.
“Dias atrás nós estávamos no extremo oeste na divisa com a Bolívia e a primeira-dama abençoou a vida dos povos de origem Chiquitano. Hoje estamos no extremo leste e a senhora continua abençoando as comunidades dos povos tradicionais. Parabéns pela visão que a senhora de cuidar das pessoas independente da origem”, manifestou a secretária.
Também prestigiaram a visita o prefeito de Campinápolis, José Bueno, e a primeira-dama do município Ana Lúcia, a primeira-dama de Barra do Garças, Leila Batista, o prefeito em exercício de Pontal do Araguaia, Luciano Costa, e a primeira-dama Regiane Costa, a presidente da Associação de Mulheres Areme, Maria Auxiliadora, o tenente-coronel Dorileo, do 5º Comando Regional PM, o coordenador subistituto do DSEI de Barra do Garças, Roberto Bravo, o padre Douglas Aires, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Pontal do Araguaia, a diretora da Escola Sagrado Coração de Jesus, profª Adelina Ikuietaga, além de vereadores e convidados.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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