MATO GROSSO
Sema alerta sobre golpe de falsa rifa em nome da Secretaria
MATO GROSSO
Golpistas têm entrado em contato com fazendeiros pelo WhatsApp se passando por representantes da Sema e informado que haverá a rifa de um barco, ou outro item de elevado valor. Então, é solicitado para a vítima que realize transferência via pix para pagar por cartelas já reservadas em nome da fazenda, forçando, assim, o pagamento de valores elevados.
Os “golpes do pix” possuem diversos formatos. O cidadão deve ficar atento e não realizar transações financeiras ou fornecer dados pessoais. Qualquer contato semelhante deve ser tratado como suspeito e denunciado aos órgãos competentes.
A Sema jamais pedirá transferência bancária para contas em nome de pessoas físicas. A arrecadação da Secretaria ocorre apenas com o pagamento de multas ambientais e taxas, por meio de Documento de Arrecadação (DAR), em formato de boleto, emitido pelos sistemas oficiais, tendo como beneficiária a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).
Quem for vítima deve denunciar à Sema por meio da ouvidoria e se dirigir à Polícia Civil para registrar Boletim de Ocorrência.
Confira os contatos abaixo:
Telefone: 0800 065 3838
Whatsapp: (65)98153-0255
E-mail: ouvidoria@sema.mt.gov.br
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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