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Vice-presidente do TCE-MT apresenta Plano Estratégico da Atricon para próximos seis anos

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O vice-presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Valter Albano, apresentou o Plano Estratégico da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), nesta terça-feira (5). A proposta engloba ações para os próximos seis anos e foi exposta a conselheiros, procuradores e servidores dos órgãos de controle.

Coordenador da Comissão de Sistematização do novo Plano Estratégico, Valter Albano destacou que o processo de planejamento é adotado há 12 anos pela entidade. “A construção de um controle externo forte e atuante prescinde de uma visão ampla e estratégica e, para isso, é preciso mensurar, mapear e elaborar ações capazes de atender ao que a sociedade espera dos Tribunais de Contas”, argumentou.

O procurador geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar, também participou da análise, ocasião na qual chamou a atenção para os benefícios do planejamento e da organização nas rotinas de trabalho e, consequentemente, para a prestação de serviço. “Quando se planeja, são estabelecidas a prioridades, o que faz com que todo o sistema se fortaleça e avance no cumprimento de sua missão. Nosso foco é construir os tribunais de contas do futuro.”

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Foto: Atricon

Também coordenador da Comissão, o vice-presidente Executivo da Atricon, Edilson de Sousa Silva, ressaltou que o trabalho apresentado deriva do diálogo e da participação de diversos atores. “Escutamos membros dos TCs, servidores, lideranças gerenciais e entidades da sociedade para mapear as necessidades e os desafios que precisamos enfrentar”, enfatizou.

De acordo com o presidente da Associação, Cezar Miola, ao final do processo de elaboração do documento, será lançado um guia que norteará as ações da instituição. “É uma experiência catalisadora, que auxilia na compreensão das mudanças dos ambientes internos e externos, além de identificar as oportunidades de melhoria para a atuação da entidade”, disse.

A dinâmica da reunião consistiu na análise do documento por quatro grupos temáticos formado por técnicos e membros dos TCs durante toda a manhã. Após as discussões, foram apresentadas sugestões de aperfeiçoamento.

Vale destacar que a Atricon vem realizando uma série de reuniões nos últimos meses, garantindo o debate acerca das diretrizes que irão nortear Plano com as práticas institucionais e administrativas. As próximas análises, segundo a Atricon, estão agendados para os dias 21 de setembro, em Brasília, e 28 de setembro, em São Paulo.

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Secretaria de Comunicação/TCE-MT com informações Atricon
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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