MATO GROSSO
Sorriso vai instalar centrais de gás em ampliação a programa para famílias carentes
MATO GROSSO
A prefeitura de Sorriso vai licitar, na modalidade de pregão presencial, a contratação de empresa especializada na implantação de centrais de gás, além do fornecimento de botijões (vasilhames), mangueiras, registros e recargas em reforço aos trabalhos da secretaria municipal de Assistência Social, no programa “Sorriso Vale Gás”. O certame ocorrerá amanhã e devem ser investidos R$ 1,8 milhões em recursos próprios.
O edital detalha que a ação abrange “mitigar o efeito do preço do gás liquefeito de petróleo-GLP sobre o orçamento das famílias de baixa renda, em situação de maior vulnerabilidade social residentes no município”. Serão atendidos os moradores inscritos no Cadastro Único Para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal.
A concessão ou não dos benefícios é feita após avaliação de equipe técnica, que deverá verificar contingências sociais dos assistidos. A carga de gás de cozinha será concedida à pessoa em caráter individual ou grupo familiar, quadrimestralmente.
Parte dos insumos também deverá ser destinado ao abastecimento de unidades administrativas, educativas e médicas do município, distritos e comunidades rurais. As entregas deverão variar entre duas ou quatro horas, de acordo com a distância de deslocamento.
Só Notícias/Guilherme Araújo (foto: assessoria/arquivo)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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