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Maysa diz que não teme embate judicial com Cattani: “Estou tranquila”

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A vereadora de Cuiabá Maysa Leão (Republicanos) afirmou que não teme embate judicial com o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) após ser acionada por injúria, calúnia e difamação.

O deputado entrou com um pedido de indenização no valor de R$ 52,8 mil após Maysa acusá-lo de manipular um vídeo para dar a entender que ela defende estupradores.

“Não temo embate judicial, a gente tem uma cronologia dos fatos bem clara, até porque eu não criei nada”, afirmou nesta terça-feira (12).

A vereadora enviou uma denúncia à Assembleia Legislativa contra Cattani após o parlamentar se recusar em tirar a postagem de seu Instagram. Maysa alegou que estava recebendo ameaças por causa da publicação.

No entanto, Cattani nega que a vereadora tenha pedido para ele excluir o vídeo de seu perfil. Ela disse que Maysa quis “intencionalmente” difamá-lo para servir de palanque e promover-se politicamente.

O deputado também encaminhou um pedido à Câmara dos Vereadores pedindo a cassação de Maysa. Ela afirmou que não teve acesso ao documento, mas informou que o pedido está na Procuradoria da Casa.

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A vereadora ainda teve acesso a ação criminal que o parlamentar moveu contra ela e disse que a peça não tem fundamento.

“Completamente infundada, mas isso ai a gente vai responder na Justiça. Estou muito tranquila, tudo que já falei do deputado Cattani eu repetiria”, disse.

“Antes eu tinha uma percepção de certa inocência da parte dele, mas hoje não tenho mais”.

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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