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Bando do chicote: Delegado manda recado a foragidos: “São covardes; vamos colocar as mãos neles”

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O delegado Guilherme Bertoli, titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Cuiabá (Derf), afirmou que já tem informação sobre o paradeiro de dois acusados de integrar os “cobradores do chicote”.

Os irmãos Benedito Luiz Figueiredo de Campos, o “Dito”, e José Augusto de Figueiredo Ferreira, o “Sapo” estariam em uma cidade do interior de MT e já monitorados pela polícia.

“Desde o momento que esse vídeo vazou, esses criminosos encontram-se espalhados no Estado. Dois deles, o Benedito e o irmão dele, a gente sabe a cidade que eles se encontram e vai ser questão de tempo para prende-los”.

“Vai chegar a hora deles. Eles não têm estrutura para ficar foragido. São dois covardes, e nós vamos colocar a mão neles e fazer Justiça”, completou.

Também estão na mira da polícia os cobradores Guilherme Augusto Ribeiro, o “Japão”, e Sérgio Silva Cordeiro. Os mandados de prisão foram expedidos no âmbito da Operação Piraim, que investigou um grupo que se filmou chicoteando um devedor em plena luz do dia em Cuiabá.

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Veja imagem dos foragidos:

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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