MATO GROSSO
Primeira-dama de MT agradece prefeito pela agilidade com o programa SER Família Habitação em Nova Xavantina
MATO GROSSO
“Logo que o governador assumiu ainda em seu primeiro mandato em 2019, eu falei para ele que a gente precisava de um programa de habitação que contemplasse as pessoas que realmente precisam. E ver os municípios agindo em prol desse sonho me deixa extremamente emocionada. Gratidão prefeito João Bang, por colocar esse projeto em prática. Agradeço nossa querida primeira-dama Fernanda Rios e todas as pessoas que estão empenhadas nesta missão conosco”, agradeceu Virginia Mendes.
![]()
Com as matrículas devidamente registradas, o próximo passo para consolidar o projeto habitação é a licitação.
“Tenho uma enorme admiração pela primeira-dama Virginia Mendes, e pela habilidade que ela tem de agir pelo próximo em detalhes. Quando conheci o SER Família Habitação fiquei impressionado com o projeto. Agradeço também o governador Mauro Mendes, um exemplo de gestão para todos nós”, destacou o prefeito.
Ao todo 79 municípios aderiram ao decreto do programa SER Família Habitação, contemplado por meio da Sinfra e em parceria com a Setasc, sendo que, destes, 59 formalizaram o convênio para receberem os recursos financeiros para as obras.
Além da faixa 0, o SER Família Habitação por meio da MT Par em parceria com a Setasc vai atender as faixas 1, 2 e 3 com subsídios do Governo de até R$ 20 mil. Os subsídios aprovados serão repassados diretamente à Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0