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Cineasta: “Com a parceria do Estado, teremos o filme mais completo já feito sobre as onças do Pantanal”

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O cineasta francês Emmanuel Priol, que é vencedor do Oscar, afirmou que a parceria do Governo de Mato Grosso no documentário “Duas Irmãs – A Marcha das Onças Pintadas”, vai permitir a execução “do filme mais completo já feito sobre as onças do Pantanal”.

Na manhã desta segunda-feira (26.09), o governador Mauro Mendes assinou um termo de parceria com as produtoras que realizam o documentário.

Priol é roteirista e supervisor do filme sobre as onças. Em 2006, ele ganhou o Oscar de melhor documentário com o filme “Marcha dos Pinguins” – que veio a se tornar o documentário mais assistido da história.

“Estou muito confiante e muito feliz em juntar a expertise francesa e os amigos brasileiros para fazer o filme mais completo já feito sobre as onças do Pantanal brasileiro e do Pantanal de Mato Grosso”, relatou.

Junto com o governador e com os diretores Lawrence Wahba e Mike Bueno, o cineasta registrou a onça Marcela caçando um jacaré na região de Porto Jofre.

“Nós franceses, espanhóis, brasileiros, somos todos latinos. E a gente adora falar e contar histórias nos filmes de maneira diferente. Isso que pudemos ver hoje foi realmente maravilhoso”, disse.

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O documentarista Lawrence Wahba também pontuou que o cotidiano das onças do Pantanal mato-grossense é a maior prova de que há muita preservação do bioma.

“Do ponto de vista científico, a onça pintada é predador de topo. Para ela ocorrer em algum lugar, ela precisa que todos os elos da cadeia alimentar estejam saudáveis. O rio precisa estar limpo pra ter peixe pro jacaré comer e a onça poder comer o jacaré, a vegetação tem que estar saudável pra capivara comer a vegetação e assim por diante. A onça é um indicador de qualidade ambiental. Como a gente está no pedaço do Pantanal que mais tem omça no mundo, eu posso afirmar que a gente tá no pedaço do Pantanal mais preservado”, completou.

O filme

O documentário vai abordar a rotina das onças-pintadas de 8 anos Jaju e Âmbar, no Parque Estadual Encontro das Águas, no Pantanal de Mato Grosso, local de maior concentração de onças do mundo. Mais de 300 onças foram identificadas em Mato Grosso ao longo de 15 anos. O filme vai retratar a preservação ambiental e as belezas do Pantanal do nosso estado.

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A produção explora o amor e união entre a família de onças, destacando a luta pela sobrevivência em um ambiente desafiador, onde elas enfrentam emocionantes confrontos com sucuris e jacarés. O documentário deve levar mais dois anos de filmagens.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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