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Prefeitos de MT elevam seus ganhos nos últimos 4 anos

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Prefeitos que buscarão a reeleição neste ano em algumas cidades mato-grossenses têm aumentado o seu patrimônio significativamente durante os 4 anos de mandatos em que são os chefes do poder Executivo municipal e responsáveis
pelos cofres públicos.

O prefeito de Marcelândia, Celso Padovani (União), por exemplo, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 16.096 milhões neste ano. O valor representa 52,7% a mais do que havia declarado em bens no ano de 2020, que foi de R$ 10.539 milhões.

O empresário é sócio-administrador do Auto Posto Vani Pronorte Colonização que atua na área de extração de madeira na região.

 

Outro que também teve sucesso patrimonial durante sua atuação como prefeito é Paulinho Bortolini (União). Em 2020 ele foi eleito prefeito da cidade declarando possuir R$ 2.676 milhões em bens.

Já neste, quando concorre mais um mandato, e seu patrimônio declarado é de R$ 5.122 milhões, um aumento de 91.4%.
Em sua declaração, ele afirma possuir uma propriedade rural no valor de R$ 2,5 milhões, mais rebanho de gado, casa
avaliada em R$ 1 milhão e mais R$ 1 milhão em uma indústria de madeira.

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Já o prefeito mais modesto, que quase não aumentou o seu patrimônio, foi Adelcino Lopo (MDB) do Pontal do Araguaia. Em 2020, ele declarou possuir R$ 2.041 milhões em bens. Neste ano ele apresentou um patrimônio de R$ 2.663 milhões,
um aumento de pouco mais de R$ 500 mil.

Além dos prefeitos que buscam permanecer no poder, também existem os milionários que sonham em administrar
a cidade em que vivem.

Um exemplo é o ex -presidente da Empaer, Layr Mota (PSDB). Ele se candidatou a prefeito de Figueirópolis D’Oeste, e
declarou possuir um patrimônio de R$ 6.687 milhões.

Outro que sonha em ser prefeito é João Filho (MDB), que concorrerá como prefeito em General Carneiro. Ele apresentou bens no valor de R$ 5.832 milhões. Em Campo Novo do Parecis, o candidato do União Brasil, Demhis Rezende diz possuir R$ 2.221 milhões em bens.

A declaração do patrimônio é de responsabilidade dos próprios candidatos na hora do pedido de inscrição da candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT).

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Todos os candidatos e candidatas que concorrem a uma vaga de prefeito, vice-prefeito ou vereador, tem até o dia 15 de agosto para solicitar a inscrição na Justiça Eleitoral.

 

Leia mais sobre Política de MT na edição do jornal A Gazeta

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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