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Videoclipes de artistas mato-grossenses produzidos com apoio da Secel são disponibilizados ao público; conheça

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O edital Audiovisual, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), está fomentando a produção de videoclipes em Mato Grosso. Mais três trabalhos viabilizados com recursos da seleção pública estão disponíveis ao público, ajudando a potencializar a divulgação de artistas da música mato-grossense.

Conheça:

Malemá Tentiano – banda Calorosa

A música Malemá Tentiano dá origem ao clipe e é um dos destaques nos shows da banda Calorosa, quinteto formado por mato-grossenses que mescla ritmos tradicionais como cururu, lambadão e rasqueado ao reggae e eletrônico.

O vídeo narra de forma cômica o cotidiano de um jovem apaixonado, ou emocionado, como se diz aos que se apegam facilmente. Além disso, a produção traz elementos simbólicos da cultura, como linguajar, arquitetura e gastronomia cuiabanos.

A faixa musical “Malemá Tentiano” faz parte do EP “Pacu e Pequi” (2021) que contempla outras duas faixas musicais “Lambari (ou Peia do Coxiponé)” e “Manifesto Calorista”. O videoclipe está disponível no canal de YouTube Calorosa.

Eu quero ver o pôr do sol da Sete de Setembro – O Mormaço Severino

Filmado em Cáceres, o videoclipe da canção ‘Eu quero ver o pôr do sol da Sete de Setembro’, da banda mato-grossense O Mormaço Severino está disponível no YouTube (link aqui).

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A produção dialoga com vivências reais dos integrantes do grupo e apresenta uma alegoria dos contrastes entre os sonhos e a realidade de artistas invisibilizados nas periferias do Brasil.

O enredo acompanha o Dia do Palhaço, representação de um artista e trabalhador do comércio da Avenida Sete de Setembro, na cidade de Cáceres, à espera do horário do pôr do sol que anuncia o fim da labuta. Enquanto a arte imita a vida no enredo, a banda O Mormaço Severino aparece em cena durante toda narrativa audiovisual.

A canção ‘Eu quero ver o pôr do sol da Sete de Setembro’ integra o álbum ‘Cântico das ruas estreitas’, que também foi viabilizado pela Secel e estreou nas plataformas digitais em 2021.

Treme – A Luisa Lamar

O videoclipe apresenta a música Treme da multiartista A Luisa Lamar, que foi gravada em parceria com Sharamandaya Kess. A faixa musical foi lançada anteriormente no EP ‘iWISSu’ (2022), primeiro EP de estúdio lançado por uma pessoa trans em Mato Grosso.

Ao ritmo do reggaeton, a produção narra o empoderamento feminino em um contexto de violência contra a mulher e relações tóxicas. O prédio histórico do Palácio da Instrução, no centro da capital, foi uma das locações do audiovisual.

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O clipe pode ser conferido no canal de YouTube A Luisa Lamar

O Edital Audiovisual

A seleção pública da Secel contou com R$ 3 milhões de investimento para fomentar o setor audiovisual de Mato Grosso. Também chamada de Cine Motion, o edital financiou a produção de 34 projetos, divididos nas categorias videoclipe, videodança, videoarte, e curta-metragem, essa última abrangendo ficção, documentário e animação.
Na categoria videoclipe foram selecionadas oito produções audiovisuais, sendo três de Cuiabá e as demais de municípios do interior do Estado, dentre as quais Rosário Oeste, Rondonópolis e Tangará da Serra.

“O audiovisual é um setor que movimenta a economia, pois gera emprego e renda para uma grande cadeia produtiva, além de apresentar a força da nossa cultura. Com os videoclipes, o investimento do Estado cumpre ainda o papel determinante de fortalecer a divulgação da música mato-grossense. Por tudo isso, ficamos muito felizes com os resultados desse edital que concretiza projetos maravilhosos por todo o Estado”, destacou o secretário adjunto da Secel, Jan Moura.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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