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Com apoio da Sedec, projeto de etnoturismo é habilitado para o Prêmio Nacional de Turismo 2023

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Marcos Vergueiro/Secom-MT
O projeto “Menane Haliti Etnoturismo – Uma experiência única e exclusiva” foi habilitado para concorrer ao Prêmio Nacional de Turismo. A premiação busca reconhecer iniciativas que promovam e fortaleçam o turismo brasileiro. De autoria do consultor de turismo Sidnei Varanis, o projeto recebeu apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, por meio da adjunta de Turismo, para promover o etnoturismo responsável e sustentável, levando os interessados para entrarem em contato com a cultura dos povos indígenas das etnias Haliti-Paresi, em Tangará da Serra.

Por meio do projeto, diversas atividades serão desenvolvidas com os turistas na região, como grafismo indígena, rodas de histórias, banhos de rio e flutuação, oficinas de artesanato e linguagem, demonstração de cantos e danças típicas das aldeias, atividades esportivas e a apresentação de um documentário.

Aline Fonseca de Campos, coordenadora de Estrutura e Qualificação no Turismo, disse que ter o projeto Menane Haliti Etnoturismo habilitado no edital do prêmio vai fomentar a ida de turistas nas comunidades tradicionais.

“Ele nos coloca em um cenário de destaque na atividade, despertando o interesse de turistas que pretendem viver essa experiência de conexão com a natureza e às comunidades tradicionais a visitar o nosso Estado. Foram 12 meses de muito foco e trabalho, com certeza é gratificante ter um projeto apoiado por nossa equipe concorrendo”.

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Além do apoio da Sedec, o projeto também contou com a colaboração da Secretaria Municipal de Turismo de Tangará da Serra e do deputado estadual Gilberto Cattani.

“Este projeto é resultado do esforço coletivo de talentosos profissionais. Ele promove o turismo de base comunitária nas cinco vibrantes aldeias indígenas Haliti-Paresí em Tangará da Serra. É uma honra concorrer ao prestigiado Prêmio Nacional de Turismo 2023, reafirmando nosso comprometimento em celebrar e enaltecer a rica herança cultural indígena de nossa nação”, disse Varanis.

Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas no site: menanehaliti.com.br

(Com supervisão de Débora Siqueira)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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