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SES capacita profissionais de saúde para atuarem como doutores palhaços em hospitais

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Um total de 25 profissionais da saúde concluíram, nesta quarta-feira (11.10), o curso de doutores palhaços, ofertado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). O curso iniciou no mês de agosto e capacitou servidores que atuam em três hospitais da Capital. A proposta é qualificar os profissionais para promoção da alegria e bem-estar dos pacientes.

A capacitação integra o projeto Saúde com Alegria: Doutores Palhaços no Estado de Mato Grosso, idealizado pela Superintendência de Atenção à Saúde da SES, por meio da Coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde.

A nutricionista do Hospital São Benedito, Elem Cristina da Silva, fez o curso e conta que já desenvolvia as suas atividades laborais de forma descontraída e alegre por meio de uma visita nutricional com abordagem mais informal.

“Os pacientes ficam muito felizes com isso, mas a partir do curso eu pude me qualificar melhor e aprendi a fazer as brincadeiras de forma caracterizada, porque antes eu não me caracterizava. Para mim, todo esse trabalho é fundamental não só para os pacientes, mas também para os médicos, enfermeiros, cozinheiras e outros funcionários, como da limpeza, que também entram na brincadeira”, diz a aluna.

A enfermeira da ala pediátrica do Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, Adélia da Cunha Alves, decidiu fazer a capacitação porque se viu obrigada a colaborar com um momento de mais diversão aos pacientes. “Vi a necessidade que as crianças e os adultos internados têm de um momento de alegria num período de tanto sofrimento e dor, e esse curso foi ao encontro do que eu estava desejando”, afirma.

Conforme o superintendente de Atenção em Saúde, Diógenes Marcondes, a gestão está empenhada no acolhimento dos pacientes e seus familiares.

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“O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, e o governador Mauro Mendes são sensíveis a esta área da saúde e apoiam a nossa missão de tornar o serviço e atendimento mais acolhedor e humanitário”, diz o gestor.

A coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde, Jane Vivas, explica que a qualificação visa preparar os profissionais para auxiliarem no alivio da dor dos pacientes hospitalizados.

“A saúde é um bem precioso que todos nós buscamos preservar ao longo de nossas vidas. No entanto, quando a doença se instala, é necessário não apenas cuidar dos aspectos físicos, mas também proporcionar cuidados emocionais e psicológicos aos pacientes. E esse projeto vai de encontro a essas necessidades que não são, muitas vezes, palpáveis e visíveis”, entende Jane.

Os Doutores Palhaços são profissionais da saúde que utilizam técnicas de palhaçaria para levar alegria, risos e esperança aos pacientes em hospitais, clínicas e instituições de cuidados paliativos. A atividade também é considerada uma ferramenta terapêutica, pois proporcionando descontração e alívio.

“Esses benefícios não se limitam apenas aos pacientes, mas também se estendem aos profissionais de saúde e familiares envolvidos no processo do cuidado”, acrescenta Jane.

Participaram do curso servidores do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), Hospital e Pronto Socorro de Cuiabá e Hospital Municipal São Benedito. Durante os dois meses do curso, eles aprenderam a parte teórica da atividade, como a criação do palhaço e sua especialidade; preparação do ambiente; expressão verbal e corporal, entre outros.

No decorrer da capacitação também foi trabalhada a prática de ser doutor palhaço. Entre os temas debatidos neste módulo estão: a lógica do palhaço de hospital, estratégia de atuação no leito, maquiagem e figurino apropriados e simulação de visita ao Hospital.

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Projeto nos Hospitais Regionais

A SES já implementou o projeto Doutores Palhaços nos Hospitais Regionais de Sorriso, Sinop e Rondonópolis. Um balanço do primeiro semestre deste ano mostra que na unidade de saúde de Sorriso um total de 558 pessoas, entre pacientes e familiares, foram impactadas com a iniciativa. Já em Sinop foram alcançadas 405 pessoas com as atividades de palhaçaria. O projeto no Hospital Regional de Rondonópolis foi implantado no mês de agosto e o balanço da ação deve ser concluído nos próximos dias.

A integrante da equipe que coordena o projeto na SES, Aurea Kelly, enfatiza a importância da ação na recuperação da saúde dos pacientes. “A alegria proporcionada por esses profissionais contribui para diminuir o estresse e a ansiedade dos pacientes, auxiliando no alívio da dor e na melhora do bem-estar geral”, afirma.

Aurea ainda destaca que o trabalho melhora também o ambiente hospitalar. “As brincadeiras criam um ambiente acolhedor, descontraído, afetuoso e positivo, onde os pacientes se sentem mais confortáveis e dispostos a enfrentar os desafios que a doença impõe, melhorando a relação entre pacientes, familiares e servidores da saúde envolvidos”.

Segundo a servidora, a liberação de hormônios como a endorfina e serotonina – substâncias que trazem a sensação de bem-estar, prazer e alegria -, promovem uma sensação positiva, com influencia diretamente na saúde física e mental de todos os envolvidos.

“Isso estimula e fortalece o sistema imunológico através da inibição do hormônio cortisol, que é o principal responsável por sentimentos negativos como a ansiedade, o estresse e o medo. Desta forma, os Doutores Palhaços são agentes da medicina complementar, colaborando também na medicina tradicional”, finaliza.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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