Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Unidade móvel do Hospital Estadual Santa Casa atende reeducandas de Mato Grosso

Publicados

MATO GROSSO

A Unidade Móvel de Saúde da Mulher do Hospital Estadual Santa Casa atendeu cerca de 30 reeducandas da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, em Cuiabá, com consultas e exames ginecológicos preventivos, nessa terça-feira (08.11).

A diretora do Hospital Estadual, Patrícia Neves, explicou que, constantemente, as mulheres privadas de liberdade são atendidas na unidade penitenciária e, nesta data, foram até a unidade móvel para exames preventivos.

“Elas foram atendidas, conforme regulação, e tiveram as orientações médicas de acordo com as particularidades de cada uma. Estamos contentes, pois o serviço da carreta tem alcançado seu objetivo, que é disponibilizar atendimento médico às mulheres do Estado, independentemente da situação”, disse.

No próximo dia 22 de novembro, terá mais uma rodada de atendimento exclusivo para reeducandas. Desta vez, outro grupo de mulheres irá até a unidade.

A Unidade Móvel de Saúde da Mulher está estacionada no pátio do hospital e oferta atendimentos durante todo o ano. Somente em 2023, o veículo já ofertou mais de quatro mil mamografias e mil exames preventivos de colo de útero (Papanicolau) à população.

Leia Também:  ‘Cavado meteorológico’ diminui temperatura em Sinop, Sorriso, Lucas e Mutum, diz instituto

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

Publicados

em

A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

Leia Também:  Sedec cadastra artesãos em Vila Bela da Santíssima Trindade

Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

Leia Também:  Primeira-dama de MT prestigia e destaca respeito à cultura no 15º Festival de Siriri e Cururu em Cuiabá

Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA