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Quadrilha que roubava cargas na região sul de MT é condenada a mais de 165 anos de prisão

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Seis integrantes de uma associação criminosa, alvo da Operação Carga Pesada, deflagrada em outubro de 2022, pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), foram condenados pela Justiça pelo envolvimento em roubos de carga na região sul do estado. Somadas as penas dos condenados chegam a mais de 150 anos de reclusão.

Identificada como líder do grupo criminoso, Ana Maria Taveira, a “Tia Ana” foi condenada a pena de 40 anos e seis meses de reclusão, já o seu principal aliado, Elimar Coimbra da Silva, recebeu a sentença de 30 anos e oito meses de prisão.

Outros quatro integrantes da associação criminosa, Augusto Pereira de Meneses, Edimar de Souza Rocha, Romário dos Santos Silva e Júlio Fernandes Ribeiro dos Santos foram condenados a penas que variam de 24 a 26 anos de reclusão.

As investigações da Derf de Rondonópolis, coordenadas pelo delegado Santiago Rozendo Sanches, identificaram a associação criminosa armada que atuava em roubos de cargas na cidade e região. O grupo é liderado por “Tia Ana”, de 44 anos, responsável por organizar as ações criminosas e aliciar os comparsas para a execução dos roubos.

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Elimar Coimbra era a pessoa incumbida de fazer a preparação e logística da quadrilha e também por cuidar dos cativeiros para onde eram levados os motoristas rendidos pelo bando criminoso.

Modo de ação

A investigação apurou que a associação criminosa agia entrando em contato com uma vítima, previamente escolhida, e simulava a necessidade de pesar a carga ou trocar a nota do produto. A partir deste contato, era marcado um local de encontro, onde o motorista ao chegar, era rendido e levado a um cativeiro.

Com auxílio de um bloqueador de sinal de GPS, o caminhão era levado com a carga até um barracão, onde era descarregado. Depois a vítima era liberada em algum local da cidade. Os investigadores da Derf identificaram que um dos integrantes da quadrilha utilizava a própria casa, no bairro Monte Líbano, como cativeiro das vítimas.

O delegado responsável pelas investigações, Santiago Rozendo, destacou que a investigação da Derf de Rondonópolis desestabilizou o grupo criminoso que vinha atuando na região sul do estado, no roubo de cargas, especialmente de fertilizantes.

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“Foi identificado o envolvimento da associação criminosa, em pelo menos cinco crimes de roubo com restrição de liberdade de vítimas, entre os meses de julho a outubro de 2022. Com base nos levantamentos, deflagramos operação para prender todos os envolvidos e desarticular a atuação grupo criminoso. E hoje saiu a sentença da ação penal, com a condenação de todos os identificados, com penas que somadas, chegam a mais de 165 anos de prisão”, disse o delegado.

As informações são da  Policia Civil MT

 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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