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Museu de Arte Sacra oferece oficinas gratuitas e exposições em homenagem a São Benedito

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MATO GROSSO

O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso está com inscrições abertas para 250 vagas gratuitas em oficinas culturais, que serão realizadas de 01 a 17 de dezembro, em comemoração ao mês do Natal. A programação inclui abertura da exposição de fotografias ‘Festa tradicional de São Benedito’, no domingo (03.12), e a continuidade da mostra ‘Ele É Negro, Ele É Santo, É Bonito, Viva São Benedito’.

As oficinas gratuitas integram a programação de Natal do Museu, e contam com atividades com argila, desenho a mão livre e confecção de presépio em pedra, além de contação de histórias, caça ao tesouro e apresentação de teatro.

As inscrições são abertas conforme o cronograma de realização das oficinas, e cada atividade oferece de 20 a 40 vagas por turno, sendo manhã ou tarde.

É importante estar atento à indicação da idade, considerando que há oficinas livres, outras para crianças a partir de 04 anos e outras para maiores de 07 anos. Para participar, é necessário fazer inscrição prévia pela internet, por este link..

Além das oficinas gratuitas, o Museu de Arte Sacra de Mato Grosso também conta com exposições permanentes e temporárias abertas para visitação ao público, com cobrança de entrada ao espaço cultural. Para quem quiser conhecer, em dezembro e janeiro estarão disponíveis as mostras ‘Festa tradicional de São Benedito’ e ‘Ele É Negro, Ele É Santo, É Bonito, Viva São Benedito’.

A exposição ‘Festa tradicional de São Benedito’ traz 38 fotos com registros dessa simbólica celebração do povo cuiabano, que tem mais de 300 anos de história. Ela será aberta ao público no domingo (03.12), às 10h. Serão expostos os trabalhos dos fotógrafos Alair Ribeiro, Célia Soares, Chico Valdiner, Cunto Neto, Emanoele Daiane, José Medeiros, Maria Anffe, Rai Reis e Vinícius Appolari.

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A mostra é um recorte da exposição ‘Festa Religiosa’, apresentada em 2019 no espaço cultural, que abordou as tradicionais comemorações da Baixada Cuiabana, entre elas a de São Gonçalo, Divino Espírito Santo e São Benedito.

Já a exposição “Ele É Negro, Ele É Santo, É Bonito, Viva São Benedito”, com obras em cerâmica da artista Rosylene Pinto, está aberta para visitação desde junho. A mostra apresenta diferentes olhares sobre o santo padroeiro dos negros, cozinheiros e pobres. Nela, São Benedito é celebrado em representações com alimentos, flores, crianças e outros, que remetem aos milagres atribuídos a ele.

As duas exposições em homenagem a São Benedito ficam abertas ao público até 31 de janeiro de 2024.

Programação de oficinas gratuitas

01/12 – Identificando o Museu de Arte Sacra e Oficina de Argila
Ministrante: Elaine Costa
Horário: 09h às 12h
Público: 05 a 12 anos

01/12 – Uma tarde de contos e criatividades
Ministrante: Gustavo Gonzalez
Horário: 13h às 17h
Público: 05 a 12 anos

02/12 – Uma manhã de contos e criatividades
Ministrante: Jessica Paniago
Horário: 09h às 12h
Público: 07 a 12 anos

08/12 – Cine Debate e Caça ao Tesouro
Ministrante: Hugo Devonne
Horário: 09h às 12h
Público: 04 a12 anos

08/12 – Oficina Mágica de Projetos e Criatividade
Ministrante: Karina Cuiabano
Horário: 13h às 17h
Público: Livre

09/12 – Oficina de Modelagem em Argila com técnica do Acordelado
Ministrante: Artista Rosylene Pinto
Horário: 09h às 11h
Público: Livre

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09/12 – Espetáculo Palhaçando
Grupo Tibanaré
Horário: 14h
Público: Livre

15/12 – Oficina Árvore da Vida
Ministrante: Elaine Costa
Horário: 09h às 12h
Público: 06 a 12 anos

16/12 – Oficina Desenho a Mão Livre
Ministrante: Arquiteto e Artista Carlos Pina
Horário: 09h às 11h
Público: +12 anos

17/12 – Oficina de Presépio em Pedra
Ministrante: Artista Cida Silva
Horário: 10h às 12h
Público: Livre

Exposições em homenagem a São Benedito

Até 31/01/2024
Exposição “Ele é Negro, Ele é Santo, é Bonito, Viva São Benedito”
Artista: Rosylene Pinto

03/12 a 31/01/24
Exposição “Festa tradicional de São Benedito”
Fotógrafos: Alair Ribeiro, Célia Soares, Chico Valdiner, Cunto Neto, Emanoele Daiane, José Medeiros, Maria Anffe, Rai Reis e Vinícius Appolari.
Abertura: 03 de dezembro às 10h
Período: 03 de dezembro a 31 de janeiro de 2023

Serviço
O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso é um espaço cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) que funciona em gestão compartilhada com a Ação Cultural.

Horário de funcionamento: Quarta a domingo, das 9h às 17h.
Entrada para visitar as exposições: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Gratuidade é concedida para estudantes e professores de escolas e universidades públicas, guias de turismo, pessoas com deficiências e menores de 5 ou maiores de 60 anos.
Entrada para oficinas: Gratuito. Inscrições AQUI.
Endereço: Clóvis Hugueney, n° 239, bairro Dom Aquino – Cuiabá/MT
Mais informações: (65) 3056-1373 e Instagram @museudeartesacramt

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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