MATO GROSSO
Em Primavera do Leste, Sérgio Ricardo inicia série de visitas técnicas em busca de soluções para combater desigualdades regionais de MT
MATO GROSSO
Com o objetivo de ampliar diálogos, identificar potencialidades e reduzir desigualdades regionais, o presidente eleito do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início a uma série de visitas técnicas pelos municípios do estado. Nesta sexta-feira (1°), ao chegar no primeiro destino, Primavera do Leste (240 km de Cuiabá), ele destacou o papel do órgão na superação de obstáculos enfrentados pelos fiscalizados.
“Visitamos hoje um modelo de gestão, que é Primavera do Leste. Uma cidade de 37 anos, que é planejada, que pensa na qualidade de vida da população. Uma cidade com gestão exemplar e que realiza investimentos pensando no cidadão. Esse é um exemplo que temos que levar para os outros municípios. Observamos uma cidade planejada, com muitas indústrias chegando, com geração de emprego e qualidade de vida e é isso que queremos para todo o estado”, declarou o conselheiro.
Para Sérgio Ricardo, Mato Grosso pode oferecer iguais oportunidades de crescimento para todos. “Isso se consegue com saúde, educação e segurança de qualidade, e, sobretudo, com possibilidade de emprego. O Tribunal trabalha cobrando e orientando políticas públicas para que, um dia, todos os municípios possam ser como Primavera do Leste”, explicou.
A visita foi motivada por convite do prefeito, Leonardo Bortolin, e do vice-prefeito, Ademir Ortiz de Goes, e contou ainda com as presenças dos gestores de Santo Antônio do Leste, José Arimatéia, Torixoréu, Thiago Timo, e de Barão de Melgaço, Margareth Silva, além do deputado federal Juarez Costa, dos comandantes das forças de segurança, empresários e secretários municipais.
Na ocasião, Sérgio Ricardo conheceu projetos como a “Sala do Futuro”, na Escola Municipal 13 de Maio, a Biblioteca Municipal, no Bairro Primavera III, o Anfiteatro e a Orla do Lago, todos voltados ao desenvolvimento e lazer. A “Sala do Futuro” é equipada com tecnologias de última geração e outras deverão ser instaladas em toda a rede municipal.
| Jaime Fortes/Ascom Primavera do Leste |
![]() |
Diante do intercâmbio, Sérgio Ricardo salientou que o trabalho se estenderá aos dez municípios com maior índice de desenvolvimento do estado e aos dez com os menores índices. “Também visitaremos outros municípios que não tem o mesmo desenvolvimento que aqui. Essa troca de informação entre as gestões vai fazer com que chegue um momento em que não tenhamos mais essas desigualdades.”
Para Leonardo Bortolin, que é presidente eleito da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), a proposta é inovadora. “Mato Grosso é um estado incrível e de inúmeras possibilidades. Viajei por todas as cidades e acredito que a proposta do conselheiro de conhecer as realidades dos municípios será imensamente benéfica. Isto porque, com o auxílio do Tribunal de Contas, poderemos ajudar no desenvolvimento do estado e mostrar a sua verdadeira força e capacidade.”
Em diálogo com os presentes, o conselheiro falou ainda sobre a importância da sustentabilidade e equilíbrio fiscal dos municípios, foco do Programa de Sustentabilidade e Desenvolvimento do TCE-MT.
“O objetivo é que, sob orientação do Tribunal de Contas, os municípios desenvolvam ações e políticas públicas que os tornem menos dependentes dos repasses federais e estaduais. Isso é política de estado, esse é um Programa de estado. Há necessidade urgente de repensar as políticas públicas para que os governos despertem as vocações de cada município e os possibilitem crescer”, concluiu.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br
Flickr: clique aqui
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
POLÍTICA MT5 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
MATO GROSSO4 dias atrás“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
-
MATO GROSSO4 dias atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella
